A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta segunda-feira (9) que acionou a Polícia Federal (PF) para investigar usuários da internet que publicaram vídeos em que fazem apologia à violência contra a mulher. Os vídeos se espalharam nos últimos dias pelas redes sociais e mostram homens simulando chutes, facadas e socos para casos de recusa em relacionamentos, como um fora, beijos ou pedido de casamento. As publicações foram legendadas com os dizeres: “Treinando caso ela diga não”. Segundo a AGU, os vídeos tiveram origem em quatro perfis do TikTok e já foram removidos, mas devem os responsáveis devem ser investigados por incitar crimes contra a mulher. “A circulação sistemática de conteúdo misógino em plataformas digitais representa ameaça concreta aos direitos fundamentais das mulheres”, disse o órgão. Os acusados podem responder pela incitação aos crimes de feminicídio, ameaça, lesão corporal e violência psicológica contra a mulher. Confira a reportagem do Repórter...
A categoria não quer ceder às chantagens do prefeito de Maracanaú, que já cortou salários e ameaça contratar 500 professores substitutos para cobrir os grevistas. Mas são mais de 1000 que estão nas ruas, num movimento histórico no município.
A desembargadora que pediu a suspensão da greve por liminar, ordenou que a prefeitura mostre que não tem como cumprir a lei e conceder o reajuste de 33,24. O prazo encerra hoje.
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