Pular para o conteúdo principal

*Meio do ano é hora de recalcular a rota financeira e transformar metas em resultados até o fim de 2026*

  *Meio do ano é hora de recalcular a rota financeira e transformar metas em resultados até o fim de 2026* _Especialista da XP orienta como reorganizar o orçamento, recuperar o planejamento e aproveitar oportunidades de investimento em um cenário de juros elevados_ Com a chegada de junho, muitos brasileiros fazem uma pausa para avaliar como está o andamento das metas traçadas no início do ano. Entre os objetivos mais comuns estão economizar dinheiro, organizar as contas, investir, realizar uma viagem ou conquistar maior segurança financeira. E, para quem sente que se afastou dos planos feitos para 2026, especialistas garantem: ainda há tempo para reorganizar a estratégia e encerrar o ano com resultados positivos. A preocupação com a vida financeira segue no topo das prioridades dos brasileiros. De acordo com pesquisa Datafolha divulgada no fim de 2025, 44% da população apontaram economizar dinheiro como a principal meta para 2026, liderando a lista de objetivos para o ano. Passar m...

Com medo, família de Moïse pode receber concessão de outro quiosque

 A família do congolês Moïse Kabagambe poderá receber a concessão de outro quiosque no Rio de Janeiro, segundo a Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento. O município havia oferecido inicialmente a concessão do quiosque Tropicália, onde o jovem foi espancado e morto no último dia 24 de janeiro, na Barra da Tijuca, mas os familiares do rapaz de 24 anos temem por sua segurança no local.

Em entrevista à Rádio Nacional do Rio de Janeiro veiculada ontem (11), o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Assistência Judiciária da seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil, Álvaro Quintão, disse que a mãe e os irmãos de Moïse não se sentem seguros em assumir o quiosque onde ocorreu o crime. O órgão tem acompanhado a família do jovem congolês e promoveu uma manifestação na última terça-feira (8) para pressionar pela solução do caso e repudiar a brutalidade e o racismo envolvidos no homicídio.

A família de Moïse já havia denunciado que sofreu intimidações por parte de policiais militares (https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-02/PM-abre-investigacao-sobre-ameacas-parentes-de-moise). Quintão explicou que a insegurança também se dá porque os ocupantes do quiosque teriam manifestado que não vão entregá-lo e pode haver mais envolvidos no crime ainda não identificados.

A Secretaria de Estado de Polícia Militar informou, no início desta semana, que abriu uma investigação para apurar denúncias de intimidações à família de Moïse. A investigação está sendo conduzida pela 2ª Delegacia de Polícia Judiciária (DPJM).

Comentários