*Elmano 13, em entrevista à UrbNews: "Não há perigo no Ceará de termos uma área que a Polícia Militar não entre"* _Ao falar sobre a sua estratégia de Segurança Pública, o governador e candidato à reeleição, Elmano de Freitas, destacou a Lei Antifacção como necessária para combater as facções no estado e no Brasil_ Durante entrevista ao especial "Eleições 2026", da UrbNews, veiculada nesta sexta-feira (11), o governador e candidato à reeleição ao Governo do Ceará, Elmano de Freitas 13, adotou um tom firme ao abordar a Segurança Pública. O candidato fez questão de diferenciar a realidade cearense de outros cenários nacionais. "No Ceará não tem o que acontece no Rio de Janeiro, que há anos é governado pela direita e onde o tráfico comanda bairros inteiros portando fuzis sem a polícia poder entrar. Isso não tem no Ceará. Eu confio plenamente na nossa tropa de homens valorosos. Não há perigo no Ceará de nós termos uma área em que a Polícia Militar não entre". ...
Comissões da OAB-CE lançam nota pública acerca do julgamento do STJ que trata do Rol de coberturas da ANS
A Ordem dos Advogados do Brasil - Secção Ceará, por meio da Comissão de Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CDDPD), da Comissão dos Direitos da Pessoa Idosa (CDPI), da Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) e da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Doenças Raras (CDRAROS), vem publicamente externar a sua preocupação com o julgamento em curso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) dos recursos EREsp 1886929/SP e do EREsp 1889704/SP, que têm como objeto o Rol de procedimentos e tratamentos mínimos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O julgamento será retomado nesta quarta-feira (23).
A nota conjunta das Comissões da OAB-CE destaca que, até a presente data, a jurisprudência preponderante no País apontou no sentido de que Rol da ANS é exemplificativo, não sendo óbice a fim de que novas terapias e tratamentos sejam concedidos, seja administrativa ou judicialmente. Ainda segundo o documento, é imperioso afirmar-se que a limitação a tratamentos listados no Rol da ANS pode vir a colocar em risco, de forma contundente, a saúde e a vida de pessoas com deficiência, idosos e com doenças raras.
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