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Chuvas ficam mais intensas no Norte, Centro-Oeste e Sudeste do país Zona de convergência deixa parte da Amazônia e do Sudeste em alerta

  Chuvas ficam mais intensas no Norte, Centro-Oeste e Sudeste do país Zona de convergência deixa parte da Amazônia e do Sudeste em alerta Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil Publicado em 19/10/2026 - 09:02 Brasília © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Versão em áudio Uma Zona de Convergência do Atlântico Sul, sistema meteorológico que forma um corredor de nuvens com chuvas intensas, deixa parte da Amazônia e do Sudeste do país em alerta amarelo de perigo potencial para tempestades, nesta segunda-feira (19), informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) . Na Região Norte, chove com trovoadas no Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, no centro e sul do Pará e no Tocantins. Apenas no Amapá e na faixa litorânea do Pará não há previsão de chuva, mas pode haver nebulosidade. Entre as capitais, a temperatura mínima será de 24°C, em Palmas, e máxima de 36°C, em Porto Velho. Centro-Oeste No Centro-Oeste do país, chove com trovoada no noroeste e norte de Mato Grosso e no norte de G...

Manchas de óleo no Ceará não têm relação com o tsunami e nem com o acidente de 2019

 

Dois laudos científicos (em anexo), um do Labomar/UFC e outro da Universidade Federal da Bahia, em parceria com a UECE, mostram que as manchas de óleo recentemente encontradas no litoral do Ceará não possuem relação nem com o tsunami ocorrido na Oceania, devido erupção do vulcão Hunga Tonga-Hunga Haʻapai, em Tonga, no dia 15/01, e nem com o acidente de 2019, que atingiu vários estados nordestinos.

O primeiro estudofoi divulgado por pesquisadores do Instituto de Ciências do Mar – Labomar/UFC. O documento diz que pelas informações veiculadas no dia 21 de janeiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a estação maregráfica do órgão localizada em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, detectou o fenômeno 17 horas depois do tsunami como uma alteração de 8 cm no nível do mar local. Segundo o mesmo órgão, não foram detectadas variações em outros pontos da costa brasileira, inclusive em Fortaleza, onde existe uma estação maregráfica do IBGE junto ao porto do Mucuripe. Houve somente uma pequena variação nos dados de pressão atmosférica, registrados na estação localizada no Porto do Pecém entre 13 e 17 de janeiro de 2022. Entretanto, não há evidência sobre a variação do nível do mar em decorrência da erupção do vulcão. Os pesquisadores estão buscando analisar hipóteses alternativas (incluindo análise de ondas, ventos, correntes, dinâmica morfosedimentar e química do óleo). Os resultados e evidências obtidas devem sair em breve e serão amplamente divulgados.

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