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Defesa Civil alerta para risco de chuvas fortes em São Paulo Tempestades devem ocorrer na terça-feira

  Defesa Civil do Estado de São Paulo divulgou alerta para risco de chuvas persistentes, acompanhadas por raios, rajadas de vento e possibilidade de queda de granizo, entre segunda-feira (2) e terça-feira (3), em diversas regiões do estado. As chuvas mais fortes devem ocorrer na terça-feira, concentradas no oeste paulista, próximo à divisa com o estado do Paraná. Segundo o órgão, os modelos meteorológicos indicam acumulados significativos de chuva, que variam conforme a região: • Muito alto: Vale do Ribeira e Região de Itapeva; • Alto: Regiões de Sorocaba e Bauru; • Médio: Região de Marília, Região Metropolitana da Capital Paulista, Baixada Santista, Litoral Norte, Serra da Mantiqueira e Regiões de Campinas, Presidente Prudente, Araraquara, São José do Rio Preto, Araçatuba, Ribeirão Preto, Barretos e Franca. O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) manterá plantão 24 horas durante o período e o Gabinete de Crise funcionará no formato remoto, com todas as concessionárias mobil...

Kremlin diz que não há progresso significativo em negociações de paz

 O Kremlin disse hoje (21) que as negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia ainda não tiveram progresso significativo.

Moscou acusou Kiev de paralisar as conversações de paz, fazendo propostas inaceitáveis à Rússia. A Ucrânia disse que está disposta a negociar, mas não se renderá nem aceitará ultimatos russos.

Falando a repórteres em teleconferência, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que ainda são necessários avanços significativos nas negociações para uma possível reunião entre os presidentes Vladimir Putin, da Rússia, e Volodymyr Zelenskiy, da Ucrânia.

"Para que possamos falar de uma reunião entre os dois presidentes, é preciso fazer o dever de casa. As conversações têm de ser realizadas e seus resultados têm de ser acordados", disse Peskov. "Não houve nenhum progresso significativo até agora."

Peskov também reiterou que a Rússia mostra mais disposição do que os negociadores ucranianos para trabalhar em prol de um acordo. 

"Aqueles [países] que podem, devem usar sua influência sobre Kiev para torná-la mais acomodativa e construtiva nessas conversações", afirmou.

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