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Bolsa bate recorde e fecha pela primeira vez acima dos 165 mil pontos Dólar sobe para R$ 5,40 com tensões sobre suspensão de vistos

  Num dia misto no mercado financeiro,  a bolsa de valores bateu recorde e fechou, pela primeira vez, acima dos 165 mil pontos. O dólar subiu e voltou a romper a barreira de R$ 5,40 após os Estados Unidos anunciarem a  suspensão de vistos  para vários países, inclusive o Brasil. O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quarta-feira (14) aos 165.146 pontos, com alta de 1,96% . Ações de petroleiras, de mineradoras e de bancos, com maior peso no índice, puxaram a valorização. A bolsa brasileira descolou-se das bolsas dos Estados Unidos, que fecharam em queda. A perspectiva de redução de juros na maior economia do planeta, após a divulgação de que a inflação estadunidense desacelerou, beneficiou os países emergentes, inclusive o Brasil. O mercado de câmbio teve um dia mais tenso.  O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,402, com alta de R$ 0,026 (+0,43%).  A cotação iniciou a sessão próxima da estabilidade, mas subiu após a emissora Fox News divulgar que o...

Câmara aprova texto-base de projeto que limita ICMS dos combustíveis

 Câmara dos Deputados aprovou hoje (14) o texto-base do Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2022, que limita a aplicação de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis. O texto, de origem na Câmara, passou pelo Senado e sofreu alterações, por isso, voltou à Câmara.

Os deputados devem analisar amanhã (15), pela manhã, destaques a trechos de algumas emendas incluídas pelos senadores. A análise desses destaques começou a ser discutida na sessão de hoje, mas um problema técnico impediu a abertura do resultado das votações no painel do plenário. Por isso, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), decidiu encerrar a sessão e retomar a votação no dia seguinte. Após a conclusão dessa etapa, o texto seguirá para sanção presidencial.

O projeto afeta a alíquota do ICMS para gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. Segundo a proposta, esses produtos seriam classificados como essenciais e indispensáveis, levando à fixação da alíquota do ICMS em um patamar máximo de 17%, inferior à praticada pelos estados atualmente. O PLP também prevê a compensação da União às perdas de receita dos estados quando a perda de arrecadação ultrapassar 5%.

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