Imagem de satélite indicando tanques de pescados (FOTO: Reprodução/Sentinel 2) A área ocupada por empreendimentos de aquicultura, que é a criação ou cultivo de organismos aquáticos, como peixes, camarões, ostras e algas, em ambientes controlados, no Ceará continua em expansão. Em 2025, o estado contabilizou 16.233 hectares destinados à atividade, segundo estudo de mapeamento realizado pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). O número representa crescimento em relação aos anos anteriores e confirma a consolidação do setor no território cearense. O avanço tem sido gradual nos últimos anos. Em 2023 foram mapeados 14.603 hectares, número que subiu para 15.288 hectares em 2024, até alcançar o patamar atual. A tendência de crescimento reforça a importância do monitoramento contínuo da atividade para subsidiar políticas públicas e orientar o desenvolvimento sustentável da aquicultura no estado. Destaques O levantamento identificou 72 municípios cearenses com...
As chuvas de junho no Ceará, até esta primeira quinzena, já encontram-se acima da média para o mês como um todo.
O período, que é promeiro da Pós-Estação, é, normalmente de poucas precipitações, sendo sua normal climatológica de apenas 37,5 milímetros.
De acordo com dados parciais da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), o observado, até esta terça-feira (14), é de 68,6 mm, o que representa um desvio de 82,95 e pode ser considerado acima da normalidade.
O acumulado atual se deu, principalmente, pela atuação de Ondas de Leste, que são sistemas meteorológicos que atuam neste período do ano, majoritariamente, para precipitações nos estados a leste da região Nordeste.
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