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Corregedoria-Geral da Justiça publica relação de cartórios vagos no Ceará

  Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) do Poder Judiciário cearense publicou, em observância à Resolução nº 80/2009 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Relação Geral de Vacâncias das serventias extrajudiciais no Ceará. A lista contém um histórico da dinâmica de ocupação dos cartórios no Estado, incluindo os que atualmente estão em vacância e os que outrora estiveram, mas já foram providos ou extintos. A relação mostra o histórico das vacâncias nos cartórios de cerca de 170 cidades cearenses. Em alguns casos, a vacância foi provida por concursos públicos realizados nos anos de 2010 e em 2018. As vacancias ocorreram por renúncia, aposentadoria, perda da delegação e falecimento do titular da delegação. Conforme o CNJ, o mapeamento das vacâncias pelos tribunais dos Estados serve para que as unidades nessa situação sejam submetidas a concurso público. A lista é atualizada pela CGJ dos tribunais estaduais a cada seis meses e segue a ordem da vacância mais antiga para a mais recente. ...

Consumo das famílias tem alta de 7,3% em abril

 O consumo das famílias brasileiras teve alta de 7,37% em abril na comparação com o mesmo mês de 2021, segundo levantamento divulgado hoje (12) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Nos primeiros quatro meses do ano, o consumo registra alta de 2,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo o vice-presidente Administrativo e Institucional da Abras, Marcio Milan, os resultados indicam que há crescimento consistente do consumo nesta primeira parte do ano. “Mostra estabilidade no consumo nos meses de fevereiro, março e abril”, ressaltou. Em comparação com março, a expansão do consumo em abril ficou 4,2%.

Para este ano, a previsão da Abras é que o consumo das famílias tenha crescimento de 2,8%.

Alta nos preços

A cesta com os 35 produtos mais consumidos em supermercados registrou, no acumulado de janeiro a abril, alta de 8,31% em relação ao mesmo período de 2021. No acumulado de 12 meses, os preços tiveram alta de 17,87%.

Os produtos com as maiores altas no primeiro quadrimestre de 2022 foram o leite longa vida (22,35%), o óleo de soja (20,38%), o feijão (19,71%) e a farinha de trigo (15,45%).

De acordo com Milan, os preços dos produtos têm sofrido diversas pressões inflacionárias, como o aumento dos custos com energia com a Guerra na Ucrânia. Para ele, é necessário reduzir, ainda que momentaneamente, os impostos para conseguir conter a alta inflacionária. “Pelo menos um período de corte desses impostos. Um esforço do governo federal, estadual, municipal no sentido de criar alternativas para a gente ter uma cesta básica desonerada”, defendeu.

Edição: Graça Adjuto



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