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São Paulo tem a menor temperatura do ano nesta madrugada Em Engenheiro Marsilac, os termômetros marcaram 3,1ºC

  A cidade de São Paulo amanheceu nesta segunda-feira (11) com o registro da menor temperatura mínima do ano. Segundo o  Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE) , a capital atingiu a média de 8,3ºC no fim da madrugada. As menores temperaturas foram registradas na zona sul da cidade. Em Engenheiro Marsilac, os termômetros marcaram 3,1ºC. Na região central, a temperatura alcançou 11,2ºC. A medição da  Defesa Civil , que é diferente da do CGE, apontou nesta manhã, temperatura média de 9,4ºC. O restante do dia será marcado por temperaturas similares, e o sol aparece entre poucas nuvens. A máxima prevista é de 18°C e a sensação de frio permanece ao longo da tarde, que termina sem previsão de chuva. A frente fria que está sobre a cidade decorre de uma massa de ar frio de origem polar. A Defesa Civil Municipal mantém toda a cidade de São Paulo em estado de atenção para baixas temperaturas. >> Siga o canal da  Agênci...

Manifestantes no Rio pedem resposta sobre desaparecimento no Amazonas

 Parentes, amigos e manifestantes se concentraram, hoje (12), no posto 6 da Praia de Copacabana, zona sul do Rio, para pedir respostas sobre o desaparecimento do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, há uma semana.

Eles desapareceram na região da reserva indígena do Vale do Javari, a segunda maior do país, com mais de 8,5 milhões de hectares.

Os manifestantes vestiam camiseta branca com uma foto dos dois e a pergunta: Onde estão Dom Phillips e Bruno Pereira?

A manifestação começou pouco depois das 9h, no posto 6, lugar onde Dom costumava praticar stand-up paddle, e por volta das 10h houve uma caminhada até o posto 5, onde permaneceram por cerca de uma hora.

Dom Phillips, colaborador do jornal britânico The Guardian, e Bruno Pereira, servidor licenciado da Fundação Nacional do Índio (Funai), foram vistos, pela última vez, na manhã de domingo (5). Os dois saíram da comunidade ribeirinha de São Rafael em direção à cidade de Atalaia do Norte (AM), quando sumiram sem deixar vestígios.

Bruno Pereira, que é atualmente colaborador da União das Organizações Indígenas do Vale do Javari (Univaja), já havia denunciado ameaças que vinha sofrendo.

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