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Artigo _ Reciprocidalismo – A espoleta do despertar- Por Nizomar Falcão

  Reciprocidalismo – A espoleta do despertar Ph.D. Nizomar Falcão Engenheiro Agrônomo - Ematerce Após a extinção da Empresa Brasileira de Assistência Técnica e Extensão Rural (Embrater - 1990), a assistência técnica e extensão rural (Ater) sofreu uma grande agitação. Compreendê-la exige uma abordagem multidimensional, focada na descontinuidade política, no vazio institucional e na mudança do paradigma do desenvolvimento rural. A supressão da Embrater, provocou uma ruptura abrupta que desarticulou o sistema oficial de extensão nos estados, deixando pequenos produtores à margem da transição para o progresso tecnológico, por conta de: 1. Fatores Políticos e Institucionais.  O fim da Embrater, acabou com a coordenação federal das políticas de extensão, resultando no desmonte, privatização ou sucateamento das Ematers estaduais. Entidades estaduais dependiam até 90% do orçamento federal; sem a Embrater, muitas entraram em crise técnica e financeira. A falta de uma política naciona...

MJ prorroga treinamento de força-tarefa para atuar em presídios

 Portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública publicada no Diário Oficial da União de hoje (8) prorroga o emprego da Força Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP), “em caráter episódico e planejado”, para treinamento e sobreaviso tendo em vista a situação carcerária dos estados federados.

A medida tem por objetivo a preparação do grupo para lidar com eventuais “situações extraordinárias de grave crise no sistema penitenciário”, conforme informado pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

De acordo com a Portaria nº 96, a prorrogação valerá por 45 dias, no período de 14 de junho a 28 de julho de 2022. O treinamento ocorrerá na Penitenciária Federal de Brasília e terá o apoio logístico e a supervisão do Depen.

O número de profissionais a ser disponibilizado obedecerá ao planejamento definido pelos entes envolvidos na operação. Segundo o Depen, a força-tarefa exerce a coordenação das atividades de guarda, vigilância e custódia de presos.

“Além disso, apoia a execução das assistências previstas na Lei de Execução Penal: assistência material, à saúde, jurídica, educacional, social e religiosa, garantindo a humanização da pena. Todas as aplicações são baseadas nos modelos adotados pelo Sistema Penitenciário Federal (SPF)”, detalhou, à Agência Brasil, o Depen.

O departamento lembra que também está no escopo da força-tarefa a transmissão de conhecimentos para os servidores das unidades federativas, por meio de treinamentos, “tanto em cursos de formação profissional quanto em cursos rápidos e específicos, como uso de tecnologias materiais menos letais, escolta, entre outros”.

Edição: Lílian Beraldo

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