Corte amplo de gastos públicos afetaria área social, dizem economistas Presidenciáveis discutem alcance de possível corte de despesas Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil Publicado em 14/10/2026 - 16:20 Brasília © Marcelo Camargo/Agência Brasil É inviável um corte de gastos públicos no Brasil de grandes proporções que preserve os programas sociais e os reajustes do salário mínimo, pensões e aposentadorias, segundo calculam economistas. O professor Pedro Paulo Zahluth Bastos, do Instituto de Economia da Unicamp, afirmou à Agência Brasil que cortes expressivos, como os de cerca de R$ 200 bilhões discutidos durante a campanha presidencial, tendem a alcançar as áreas sociais. “Cerca de 90% do gasto primário federal é obrigatório: Previdência, BPC [Benefício de Prestação Continuada], pessoal, pisos de saúde e educação, Bolsa Família. O que sobra, as despesas discricionárias, soma pouco mais de R$ 200 bilhões”, disse. Bastos acrescenta que, dentro das despesas discricionária...
Mesmo jogando com uma equipe alternativa, o Atlético-MG foi até o estádio Alfredo Jaconi neste sábado (2) e derrotou o Juventude por 2 a 1 para assumir a vice-liderança do Campeonato Brasileiro.

💪🏾⚫⚪ FIM DE JOGO! EM CAXIAS DO SUL, O ATLÉTICO VENCE O JUVENTUDE, 2 A 1, SOMA MAIS TRÊS PONTOS E VAI À VICE-LIDERANÇA DO @BRASILEIRAO!
— Atlético (@Atletico) July 2, 2022
⚽ Hulk e Sasha marcaram para o Alvinegro#VamoGalo #JUVxCAM 🏴🏳️ pic.twitter.com/GayOdjwe0S
Com os três pontos conquistados no sul do país, o Galo chegou aos 27, dois a menos do que o líder Palmeiras, que recebe o Athletico-PR ainda neste sábado, e um a mais do que o Corinthians, que foi goleado por 4 a 0 pelo Fluminense. Já para a equipe gaúcha o revés representou a permanência no Z4 com 11 pontos.
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