O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir nesta quarta-feira (25) se mantém a decisão individual do ministro Flávio Dino que suspendeu pagamento de penduricalhos nos Três Poderes. Esses benefícios são concedidos a servidores públicos e não cumprem o teto remuneratório constitucional, que é de R$ 46,3 mil. No dia 5 de fevereiro, Dino determinou a suspensão dos penduricalhos que não estão previstos em lei. A decisão deve ser aplicada pelos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, nas esferas federal, estadual e municipal, que terão prazo de 60 dias para revisar e suspender o pagamento dessas verbas indenizatórias que não respeitam o teto. Além disso, o ministro defendeu que o Congresso deve regulamentar o pagamento dos benefícios extrateto. Após a decisão, diversas associações que representam juízes, promotores, defensores públicos e membros de tribunais de contas recorreram ao Supremo para manter o pagamento dos penduricalhos. Ontem (2...
Após vários dias de turbulência internacional, o mercado financeiro deu uma trégua nesta quinta-feira (7). O dólar caiu pela primeira vez após cinco altas seguidas e fechou abaixo de R$ 5,40. A bolsa de valores subiu mais de 2% e recuperou o nível de 100 mil pontos.
O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,345, com queda de R$ 0,07 (-1,42%). A cotação operou em baixa durante todo o dia, mas passou a cair ainda mais após a abertura do mercado norte-americano. Na mínima do dia, por volta das 12h, chegou a ser vendida a R$ 5,33. Com o desempenho de hoje, o dólar acumula alta de 2,01% em julho. Em 2022, a divisa cai 4,14%.
No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo alívio. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 100.730 pontos, com alta de 2.04%. O indicador foi impulsionado pelas commodities (bens primários com cotação internacional), cujos preços se recuperaram nesta quinta com o arrefecimento do mercado externo.
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