O governo de São Paulo descartou o segundo caso suspeito de ebola, que estava sob investigação na capital paulista. Internada na quarta-feira (10), a paciente, uma brasileira de 31 anos, era acompanhada no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Os exames que afastaram a suspeita foram realizados pelo Instituto Adolfo Lutz. A paciente está em tratamento para gastroenterocolite aguda. Ela havia viajado recentemente para a República Democrática do Congo (RDC), permanece internada e teve evolução clínica favorável. “Um resultado negativo em amostra coletada antes de 72 horas do início dos sintomas não é suficiente para afastar a infecção. Nessa situação, o protocolo prevê uma nova coleta após esse período. As duas amostras apresentaram resultado negativo, atendendo ao critério laboratorial para o descarte do caso”, explicou Adriana Bugno, diretora-geral do Instituto Adolfo Lutz, em nota à imprensa. O primeiro caso suspeito, de um homem de 37 anos que também viajou para a RDC, ...
Após vários dias de turbulência internacional, o mercado financeiro deu uma trégua nesta quinta-feira (7). O dólar caiu pela primeira vez após cinco altas seguidas e fechou abaixo de R$ 5,40. A bolsa de valores subiu mais de 2% e recuperou o nível de 100 mil pontos.
O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,345, com queda de R$ 0,07 (-1,42%). A cotação operou em baixa durante todo o dia, mas passou a cair ainda mais após a abertura do mercado norte-americano. Na mínima do dia, por volta das 12h, chegou a ser vendida a R$ 5,33. Com o desempenho de hoje, o dólar acumula alta de 2,01% em julho. Em 2022, a divisa cai 4,14%.
No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo alívio. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 100.730 pontos, com alta de 2.04%. O indicador foi impulsionado pelas commodities (bens primários com cotação internacional), cujos preços se recuperaram nesta quinta com o arrefecimento do mercado externo.
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