Diante da escalada do conflito no Oriente Médio, o governo brasileiro manifestou, em comunicado divulgado na noite de sábado (28), "profunda preocupação". O Brasil reafirmou que o diálogo e a negociação diplomática "constituem o único caminho viável para a superação das divergências e a construção de uma solução duradoura" e reforçou o papel das Nações Unidas na prevenção e na resolução de conflitos. O Brasil também fez um apelo à interrupção de ações militares ofensivas e instou todas as partes a respeitar o direito internacional. O país "condena quaisquer medidas que violem a soberania de terceiros Estados ou que possam ampliar o conflito, tais como ações retaliatórias e ataques contra áreas civis", diz a nota. O governo se solidarizou com a Arábia Saudita, o Bahrein, o Catar, os Emirados Árabes Unidos, o Iraque, o Kuwait e a Jordânia, atacados pelo Irã em 28 de fevereiro. "Ao lamentar a perda de vidas civis, o Brasil expressa ainda solidarieda...
A paulistana Bia Haddad tornou-se nesta segunda-feira (15) a número 16 do mundo no ranking da Associação Internacional de Tênis Feminino (WTA), posição até então inédita na carreira da atleta de 26 anos. É a melhor classificação de uma brasileira na história do tênis feminino do país na Era Aberta, iniciada em 1968. Pouco antes, quem brilhava no circuito era a brasileira Maria Esther Bueno: dos anos 1950 e início dos 1970 ela faturou oito títulos de Grand Slam. No entanto, a pontuação para o ranking da WTA só começou a valer a partir de 1975.

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