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Vacinação contra Influenza: Prefeitura ultrapassa 120 mil doses aplicadas nos primeiros dias da campanha de 2026 Somente no dia D, realizado no último sábado (28/03), foram aplicadas aproximadamente 28 mil doses

  Os fortalezenses estão demonstrando seu compromisso com a saúde coletiva. Em 12 dias, a Prefeitura de Fortaleza aplicou, no público prioritário, 121.760 doses da vacina contra a influenza. A Capital antecipou a campanha anual, iniciando em 20 de março, enquanto no restante do país a vacinação começou na semana posterior. Somente no dia D, realizado no último sábado (28/03), foram aplicadas aproximadamente 28 mil doses. A vacina está disponível nos 134 postos de saúde da Capital, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h30. Além disso, aos finais de semana e feriados, a Prefeitura está investindo na descentralização, com mais postos abertos e em locais públicos, como shoppings. A ampliação não interfere no funcionamento dos postos de saúde que atuam exclusivamente como pontos de vacinação aos finais de semana e feriados: Maurício Mattos Dourado, no bairro Edson Queiroz, e Geraldo Madeira Sobrinho (Pio XII), no bairro São João do Tauape. “A antecipação da campanha foi uma estratégi...

MPCE discute com ARCE e Cagece estratégias para o enfrentamento do problema de ligações ociosas na rede de esgotamento em municípios cearenses

 


O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Ecologia, Meio Ambiente, Urbanismo, Paisagismo e Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (CAOMACE), realizou, na última quinta-feira (04/08), reunião com o objetivo de discutir estratégias para o enfrentamento do problema das ligações ociosas na rede de esgotamento em municípios cearenses.

A reunião contou com a participação do coordenador do CAOMACE, Ronald Fontenele Rocha, do coordenador de Saneamento Básico, Marcelo Silva de Almeida, e do analista de Regulação, Alceu de Castro Galvão Junior, ambos da Agência Reguladora do Estado do Ceará (ARCE), e de representantes da Companhia de Água e Esgoto do Estado do Ceará (Cagece).

Na oportunidade, debateu-se sobre a gravidade, as causas e consequências do problema das ligações ociosas (ausência de interligação de imóveis à rede disponível) e o cenário atual nos municípios cearenses, com seus impactos socioambientais e de sustentabilidade do serviço público. Ressaltou-se ainda a necessidade de cumprimento da legislação em vigor, notadamente a Lei nº 11.445/2007, alterada pela Lei nº 14.026/2020, que prevê a obrigatoriedade da conexão das edificações permanentes urbanas às redes públicas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário disponíveis e sujeitas ao pagamento de taxas, tarifas e outros preços públicos decorrentes da disponibilização e da manutenção da infraestrutura e do uso desses serviços. Foram compartilhadas algumas experiências de fiscalização exitosas, que podem servir de parâmetro de atuação.

Ficou acertado que, a partir de diagnóstico e sugestões já fornecidas pela ARCE e de informações adicionais a serem apresentadas pela Cagece, acerca da estrutura de fiscalização, legislação municipal e capacidade da rede de esgoto de cada município, no prazo de 30 dias, serão traçadas estratégias de atuação com fluxo definido para o enfrentamento do problema, inclusive com possíveis soluções para a faixa de baixa renda, com seleção de municípios em melhores condições para receberem projeto-piloto a ser elaborado, a partir de critérios técnicos e operacionais.

O CAOMACE busca, assim, coletar dados, estreitar parcerias e formatar linha de atuação ministerial eficiente no sentido de propiciar o aumento da adesão por parte dos moradores de domicílios não interligados à rede pública de esgoto nos municípios cearenses, contribuindo para o efetivo cumprimento da legislação e para a progressiva remoção de um dos principais entraves à universalização do saneamento básico.

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