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Fiocruz vai produzir remédio de alto custo contra esclerose para o SUS Produção nacional deve reduzir custos e aumentar alcance do tratamento

  O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação.  Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base.  Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país.  No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....

*Terceirizar o setor de cobrança pode diminuir inadimplência de empresas*

 


_Segundo dados do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian, em junho, 6,2 milhões de negócios estavam com contas negativadas no país_


Muitos empresários já tiveram que lidar com situações em que o cliente não paga pelo produto ou serviço. No mundo corporativo, essa quantidade de mal pagadores cria o índice de endividamento e quando ele é alto, significa que o caixa da empresa poderá ser prejudicado, atentado seu fluxo de caixa, se ela não estiver preparada.


“Quando o cliente não paga, a empresa não recebe e isso aumenta as chances dela também ficar inadimplente, já que não tem uma previsibilidade de fluxo de caixa”, explica Bruno Henrique, diretor da Repense Inteligência financeira.


Segundo dados do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian, em junho, 6,2 milhões de negócios estavam com contas negativadas no país. A maioria das dívidas foram contraídas pelos empreendedores no setor de Serviços (27,4%) seguido pelo segmento de Bancos e Cartões (19,1%).


Para reduizir a inadimplência será preciso saber o que fazer com o cliente que não paga, ou seja, elaborar algumas estratégias. Em muitos casos, somente cobrar não será o suficiente. Além disso da necessidade de receber, as empresas precisarão adotar outras medidas para evitar que os clientes se tornem inadimplentes de forma recorrente. 


“Quando a cobrança não é conduzida de forma estratégica pode ocasionar desgaste do relacionamento. Para evitar danos, é preciso adotar táticas que minimizam o desconforto, dentre elas, criar um atendimento padrão ou automatizado que permita cobrar os clientes com mais agilidade e menos desconforto. A ideia é ir direto ao ponto e informar com clareza qual o valor em aberto, prazos para pagamento e as possibilidades de negociação. Assim, o cliente verá a ação como parte de um protocolo da empresa”, explica Bruno Henrique. Tivemos casos, onde apenas com lembretes com antecedência dos vencimentos, conseguimos melhorar o fluxo de caixa em torno de 7%. 


Ainda de acordo com ele, outra medida é facilitar o pagamento, propondo uma negociação. A empresa pode reduzir os juros cobrados pelo atraso, oferecer parcelamento e desconto da dívida, além de outras possibilidades de forma de recebimento. “O importante é que em nenhuma das possibilidades a empresa saia no prejuízo. Portanto, não ofereça condições desvantajosas para o negócio só para beneficiar o cliente”, alerta Bruno.


Porém, melhor do que ter que cobrar os clientes é não ter clientes para cobrar. Isso significa que os pagamentos estão em dia e que a empresa não terá problemas com o fluxo de caixa. 


Dificilmente uma empresa conseguirá ter 0% de taxa de inadimplência se tiver um alto volume de vendas. Mas é possível chegar próximo deste percentual se a empresa tiver um departamento de cobrança ou terceirizar o serviço ao contratar uma empresa especializada.


“Para que este departamento seja eficiente e te dê bons resultados, a empresa precisa alinhar metas de ligações diárias que o departamento precisa fazer, meta da taxa de inadimplência que eles precisam alcançar e dar margem de negociação”, finaliza Bruno Henrique.


Sobre a Repense Consultoria


Fundada em abril de 2014, a Repense possui uma equipe formada por profissionais experientes que trabalham para descomplicar as rotinas do setor financeiro de pequenas e médias empresas com segurança, através de tecnologia, pessoas e processos.

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