Equador vem aprofundando a militarização da segurança pública e as parcerias com os Estados Unidos em meio a um estado de exceção decretado na maior parte do país. O país também concedeu imunidade penal para civis, militares e estrangeiros que atuem em ações de repressão estatal. O estado de exceção suspendeu os direitos constitucionais de inviolabilidade do domicílio e de correspondências, com possibilidade de uso das Forças Armadas nas ações de segurança pública. Nesse contexto, o principal partido de oposição do país, Revolução Cidadã, do ex-presidente Rafael Correa, está com seu registro eleitoral suspenso e não deve participar do pleito municipal de novembro de 2026. Além disso, lideranças políticas e sociais denunciam perseguições contra críticos do governo. Em resposta, movimentos sociais e sindicais tentam abrir um processo para revogar o mandato do presidente Daniel Noboa e especialistas denunciam “autoritarismo” do governo. A socióloga Irene León, diretora ...
Fórmula 1 retornou neste domingo (28), após uma pausa de quase um mês, e viu tudo continuar como estava antes. O holandês Max Verstappen, líder da temporada, venceu o GP da Bélgica, chegando ao nono triunfo em 14 corridas neste ano. Nem mesmo uma punição, que fez Verstappen largar da 13ª posição, impediu que o piloto da Red Bull Racing dominasse a prova no circuito de Spa-Francorchamps. Com o resultado, Verstappen foi a 284 pontos na tabela de classificação dos pilotos, 93 a mais que o mexicano Sergio Pérez, vice-líder e companheiro de equipe, que soma agora 191 pontos. Restam ainda oito corridas para o fim da temporada, mas o bicampeonato do holandês (campeão em 2021) parece inevitável.

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