O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Candidato a deputado estadual pelo Progressistas (PP), Dr Victor Gurgel quer proporcionar mais qualidade de vida aos idosos. Como futuro parlamentar, ele propõe a criação de diversos projetos destinados aos maiores de 65 anos.
"Pensamos em programas de terapia em grupo nos municípios, fazendo que saiam da ociosidade", ressalta. Dentre as atividades, Dr. Victor cita o crochê, artesanato, entre outros.
Ele também destaca a importância de ter um atendimento diferenciado na parte médica.
"Pensamos em programas voltados à saúde dos idosos, com cuidados geriátricos, vendo de perto as doenças que mais afetam as pessoas acima de 65 anos", destaca.

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