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Justiças Eleitoral e do Trabalho lançam campanha contra assédio Meta é defender voto livre e secreto dos funcionários

  Justiças Eleitoral e do Trabalho lançam campanha contra assédio Meta é defender voto livre e secreto dos funcionários Agência Brasil Publicado em 06/08/2026 - 11:21 Brasília © Fernando Frazão/Agência Brasil Versão em áudio O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançaram nesta quinta-feira (6) uma mobilização nacional conjunta contra o assédio eleitoral de patrões sobre os empregados.  Com o slogan No meu voto mando eu , a campanha Aliança pelo Voto Livre e Secreto é voltada a prevenir e combater atos de empregadores, superiores e colegas que busquem influenciar o voto livre e secreto de funcionários.  O assédio eleitoral ocorre quando alguém utiliza sua posição de poder no ambiente de trabalho para influenciar, constranger ou pressionar trabalhadores a votar, deixar de votar ou apoiar determinado candidato, partido ou posicionamento político. “É a prática do empregador que gera esse constrang...

MPCE ajuíza ações de improbidade e criminal contra investigados por prática conhecida como “rachadinha” na Secretaria de Educação de Crateús

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da 7ª Promotoria de Justiça de Crateús, ajuizou, nesta sexta-feira (18/11), ações de improbidade administrativa e criminal contra um grupo suspeito de desviar mais de R$ 225 mil dos cofres públicos da Prefeitura de Crateús, através de fraude na Secretaria de Educação. Na ação civil, o MPCE, por meio do promotor de Justiça Flávio Bezerra, pede a perda da função pública, multa e ressarcimento do dano ao erário dos envolvidos. Já na ação criminal, pede a condenação por peculato, corrupção passiva, inserção de dados falsos e associação criminosa, com penas previstas de até 40 anos de reclusão. 

Segundo afirmou o promotor de Justiça, a investigação aponta que o grupo teria, entre os anos de 2018 e 2019, articulado a contratação de professores na Secretaria de Educação, orientando-os a repassar parte de sua remuneração aos investigados. O grupo se articulou para inserir dados falsos no controle de frequência dos professores, registrando horas em quantidade superior ao que efetivamente foram trabalhadas, fraude que gerou grave dano aos cofres públicos municipais. 

Tais pagamentos indevidos, após recebidos pelos professores, eram então diretamente repassados a uma integrante do grupo, então diretora escola, que fazia a contabilidade e repartia os valores aos demais investigados. 

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Nota de pesar

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Nota Pública

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