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Fila do INSS cai 16% em dois meses após análise de 500 mil processos Governo lança Acelera INSS para manter ritmo de queda

  A fila de espera por benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) registrou uma queda de 16% entre fevereiro e abril de 2026. Segundo dados do órgão, o estoque de pedidos caiu de 3,1 milhões para 2,6 milhões no período, representando uma redução de 500 mil processos em apenas dois meses. O anúncio foi feito pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, durante a 324ª reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), na terça-feira (28), em Brasília. Acelera INSS Para manter o ritmo de queda dos números da fila do INSS, a  presidente do órgão , Ana Cristina Silveira anunciou nova iniciativa: o Acelera INSS, que vai implementar uma série de medidas operacionais no instituto para acelerar o atendimento aos segurados. A meta do programa é reduzir o estoque de benefícios parados há mais de 45 dias (prazo legal) para menos de 400 mil, no prazo de 90 dias. Ao enfrentar o estoque de benefícios em análise, o objetivo final do governo fe...

MPCE ajuíza ações de improbidade e criminal contra investigados por prática conhecida como “rachadinha” na Secretaria de Educação de Crateús

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da 7ª Promotoria de Justiça de Crateús, ajuizou, nesta sexta-feira (18/11), ações de improbidade administrativa e criminal contra um grupo suspeito de desviar mais de R$ 225 mil dos cofres públicos da Prefeitura de Crateús, através de fraude na Secretaria de Educação. Na ação civil, o MPCE, por meio do promotor de Justiça Flávio Bezerra, pede a perda da função pública, multa e ressarcimento do dano ao erário dos envolvidos. Já na ação criminal, pede a condenação por peculato, corrupção passiva, inserção de dados falsos e associação criminosa, com penas previstas de até 40 anos de reclusão. 

Segundo afirmou o promotor de Justiça, a investigação aponta que o grupo teria, entre os anos de 2018 e 2019, articulado a contratação de professores na Secretaria de Educação, orientando-os a repassar parte de sua remuneração aos investigados. O grupo se articulou para inserir dados falsos no controle de frequência dos professores, registrando horas em quantidade superior ao que efetivamente foram trabalhadas, fraude que gerou grave dano aos cofres públicos municipais. 

Tais pagamentos indevidos, após recebidos pelos professores, eram então diretamente repassados a uma integrante do grupo, então diretora escola, que fazia a contabilidade e repartia os valores aos demais investigados. 

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