Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por meio da 1ª Delegacia de Polícia Civil Pindoretama, prendeu, nessa segunda-feira (18), uma mulher, de 24 anos, investigada por integrar um grupo criminoso especializado na prática do crime de estelionato. A suspeita foi capturada mediante o cumprimento de um mandado de prisão temporária, em Pindoretama, na Área Integrada de Segurança Pública 15 (AIS 15) do estado. Segundo as investigações, coordenadas pela Delegacia de Polícia Civil de Acaraú, o crime ocorreu em novembro de 2024, em Acaraú (AIS 11). À época, a suspeita teria contatado a vítima para oferecer aparelhos celulares de alto valor. No entanto, após a realização da venda e o recebimento do pagamento, a mulher teria cessado o contato com a vítima e não entregado os produtos adquiridos pelo montante de quase R$ 15 mil. Com a expedição do mandado de prisão temporária pelo 5º Núcleo Regional de Custódia e das Garantias de Sobral, a suspeita foi localizada e presa no município de P...
Supremo Tribunal Federal (STF) poderá investigar e julgar militares suspeitos de envolvimento nos atos que resultaram na invasão da sede dos Três Poderes em 8 de janeiro, em Brasília. Ele também abriu investigação sobre a participação de membros das Forças Armadas e da Polícia Militar do Distrito Federal suspeitos de participação no movimento.
“Fixo a competência do Supremo Tribunal Federal para processar e julgar os crimes ocorridos em 8/1/2023, independentemente de os investigados serem civis ou militares e defiro a representação da Polícia Federal e autorizo a instauração de procedimento investigatório para apuração de autoria e materialidade de eventuais crimes cometidos por integrantes das Forças Armadas e polícias militares relacionados aos atentados contra a democracia que culminaram com os atos criminosos e terroristas do dia 8 de janeiro de 2023”, escreveu o ministro na decisão.
O ministro autorizou a abertura de processo do STF ao analisar um pedido da Polícia Federal (PF) para investigar a conduta de militares. Segundo a PF, existe a suspeita de participação e de omissão de militares do Gabinete de Segurança Institucional e do Batalhão da Guarda Presidencial, baseada em depoimentos de policiais militares do Distrito Federal ouvidos pela quinta fase da Operação Lesa Pátria.
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