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Imóveis no nome da pessoa física: herança de segurança ou problema anunciado? – Por Luana Rosa

  Imóveis no nome da pessoa física: herança de segurança ou problema anunciado? – Por Luana Rosa No Ceará, o apego ao patrimônio     imobiliário   é ainda mais evidente. Muitas famílias construíram e preservaram riqueza ao longo de gerações por meio de terras, imóveis urbanos e propriedades rurais, especialmente no interior do Estado. Dados do IBGE mostram que a concentração patrimonial em imóveis segue sendo uma das principais formas de alocação de riqueza nas famílias cearenses — o que reforça a importância de pensar não apenas em acumular, mas em como esse patrimônio será transmitido. Enquanto tudo vai bem, manter imóveis no nome da pessoa física parece simples. O problema surge na sucessão. Inventário, custos elevados, burocracia, conflitos entre herdeiros e, muitas vezes, a necessidade de vender bens às pressas para pagar impostos transformam um ativo de segurança em fonte de desgaste. O inventário vai muito além de um procedimento formal. Ele envolve ITCMD, hon...

6 em cada 10 empresas industriais contam com políticas para promoção de igualdade de gênero

 

Pesquisa inédita da CNI mostra ainda que percepção de desigualdade e necessidade

de oferecer oportunidades iguais são maiores motivações para estruturar iniciativas

 

A cada 10 indústrias brasileiras, 6 contam com programas ou políticas de promoção de igualdade de gênero, sendo que 61% afirmam tê-las há mais de 5 anos. Uma pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 1 mil executivos industriais, sendo 40% mulheres, mostra também que 57% dos entrevistados dão importância alta ou muito alta às políticas de gênero.

 

A principal razão para desenvolver tais políticas é a percepção de desigualdade, citada por 33% dos executivos ouvidos, seguida da importância de dar oportunidades iguais para todos, mencionada por 28%. O levantamento foi realizado pelo Instituto FSB Pesquisa, nas cinco regiões do país, com representantes de empresas de pequeno, médio e grande portes.

 

Entre os instrumentos mais usados pelas empresas para diminuir a desigualdade entre homens e mulheres na indústria, os mais mencionados são política de paridade salarial (77%), política que proíbe discriminação em função de gênero (70%), programas de qualificação de mulheres (56%) e de liderança para estimular a ocupação de cargos de chefia por mulheres (42%), e licença maternidade de seis meses (38%).

 

>> Acesse aqui entrevista com a especialista em Mercado de Trabalho da CNI, Anaely Machado.

 

Atualmente, as mulheres respondem por um quarto da força de trabalho na indústria. Dados do Observatório Nacional da Indústria da CNI, com base na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), mostram que entre 2008 e 2021, mais mulheres chegaram a cargos de gestão no setor, passando de 24% para 31,8%.

 

Apesar de o índice ser inferior aos demais setores da economia, nos quais as mulheres respondem por quase metade (46,7%) das funções de liderança, na indústria o crescimento foi três vezes maior nesse período: avançou 32,5% contra 9,8% nos demais setores.

 

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, acredita que os dados refletem transformações no setor, mas afirma que é preciso avançar. “Vemos que a participação das mulheres está crescendo na indústria devido a ações de igualdade adotadas há mais de uma década. Mas, é necessário ampliar o debate e implementar medidas concretas para chegarmos a um cenário de igualdade plena”, avalia.

 

43% dos executivos acreditam que paridade salarial é medida mais importante para igualdade de gênero

 

Para 43% das executivas e executivos da indústria ouvidos na pesquisa, políticas de paridade salarial são o principal instrumento para alavancar a igualdade entre mulheres e homens na indústria.

 

Instrumentos que fomentem a ocupação de mulheres em cargos de chefia também foram citados por 26% dos entrevistados. Proibição de discriminação com base em gênero e qualificação voltada para desenvolvimento profissional de mulheres aparecem empatados, com 25% das respostas.

 

Mulheres têm mais pressa para implementar políticas

 

Na pesquisa da CNI, 11% dos entrevistados disseram não ter política formal de igualdade, mas pretendem implementá-la. Nesta situação, as mulheres têm mais pressa: 63% das empresas comandadas por elas querem implementar medidas em até 2 anos, enquanto 64% dos executivos estimam formalizar uma política em até 5 anos.

 

Preconceito e cultura machista são maiores barreiras

 

O principal entrave à implementação de programas de igualdade, segundo a pesquisa da CNI, é o preconceito, citado por 21% dos entrevistados. A cultura machista aparece em segundo lugar (17%). Por outro lado, 14% dos executivos ouvidos disseram não ver barreiras.

 

O levantamento também buscou entender se as indústrias contam com áreas específicas dedicadas à promoção de igualdade e apenas 14% das empresas afirmaram manter divisões para o tema, sendo que apenas 5% contam com orçamento próprio.

 

No entanto, 20% das indústrias têm a intenção de aumentar o volume de recursos dedicado a ações nesse sentido no próximo ano. Sobretudo em empresas lideradas por mulheres, em que o percentual é de 23%, contra 18% das empresas lideradas por homens. A estimativa é que o orçamento aumente entre 10% e 20%.

 

Indústria responde por 21% do PIB brasileiro

 

A participação das mulheres na indústria é relevante pois o setor, além de alavancar os demais segmentos econômicos, responde por 23,6% do Produto Interno Bruto (PIB), concentra 21,2% do emprego formal do país, paga 34,4% dos tributos federais e é fonte de 66,4% do financiamento privado de inovação e pesquisa no país.


CNI lança Fórum Nacional da Mulher Empresária

 

Para apoiar estratégias que promovam o aumento da diversidade e a participação da liderança feminina no setor empresarial, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou o Fórum Nacional da Mulher Empresária, em março de 2022. Confira mais sobre essa iniciativa aqui.

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