A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) recebeu parcialmente uma nova denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra quatro pessoas investigadas na Operação Faroeste, que investiga possíveis crimes de lavagem de dinheiro, corrupção, formação de organização criminosa e venda de decisões judiciais relacionadas a esquema de grilagem e disputa de terras no oeste da Bahia. A desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago e a juíza Marivalda Almeida Moutinho, ambas do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), além dos empresários Adailton Maturino dos Santos e Geciane Souza Maturino dos Santos, tornaram-se réus pelos crimes de corrupção (ativa e passiva) e lavagem de capitais. Segundo o MPF, as práticas criminosas incluíram manobras no julgamento de recurso administrativo sobre a legalidade de uma portaria da corregedoria do TJBA que determinava o bloqueio de matrículas imobiliárias, além de uma ação possessória relativa a imóvel rural de grande extensão....
A operação contou com um efetivo diário de 6.497 profissionais da Segurança Pública empregados nas ações. Os números incluem 5.502 policiais militares, 242 policiais civis, 534 bombeiros militares, 88 profissionais da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) e 131 profissionais lotados na SSPDS.
Diariamente, 588 policiais militares do BPRE foram empregados nas rodovias estaduais. As equipes atuaram com o apoio de 54 viaturas, 65 motocicletas, 24 guinchos, duas bases móveis em 28 postos fixos e seis Postos de Fiscalização Avançados, além da atuação de forças amigas.
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