“Descanse em paz, pai!”, foi a mensagem que Grenaldo Mesut mandou gravar para o seu pai, que foi colocada em uma coroa de flores repleta de rosas, gérberas brancas e alstroemerias, e que foi depois posta no pequeno caixão onde os restos mortais de seu pai finalmente descansam. Morto em 1972 pela ditadura militar brasileira e enterrado como indigente na vala clandestina do Cemitério Dom Bosco, em Perus , na capital paulista, os restos mortos de Grenaldo de Jesus da Silva, pai de Grenaldo Mesut, foram finalmente sepultados na manhã desta sexta-feira (26), em São Paulo, enquanto o público presente entoava a canção Pra Não Dizer que Não Falei das Flores , de Geraldo Vandré. Foi “caminhando e cantando” que eles saíram em cortejo pelo cemitério e, 54 anos após a sua morte, puderam finalmente enterrar o caixão com os restos mortais de Grenaldo na sepultura 105, na gleba 1, quadra 2, do Cemitério Dom Bosco, e que foi cedida pela concessionária Cortel, que administra o cemitério. Cerimôni...

Uma missa de sétimo dia em memória aos escrivães Francisco dos Santos Pereira, Antônio José Rodrigues Miranda e Antônio Cláudio dos Santos e ao inspetor Gabriel de Souza Ferreira foi realizada na manhã desta sexta-feira (19), no auditório da Superintendência da Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE).

A celebração foi em homenagem a passagem para a vida eterna dos policiais civis, que foram mortos no último dia 14 maio, deixando saudade para familiares, amigos e colegas de trabalho. A cerimônia foi direcionada com mensagens de fé e esperança para cerca de 300 pessoas que estiveram presentes
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