Nova lei cria filtros para recursos e deve reduzir ações no STJ Exigência passa a valer para recursos com interesse além das partes Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil Publicado em 04/08/2026 - 19:42 Brasília © Marcello Casal JrAgência Brasil Versão em áudio Recursos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) passarão a depender da demonstração de relevância econômica, política, social ou jurídica que ultrapasse os interesses das partes envolvidas. A medida regulamenta um mecanismo previsto na Constituição e busca reduzir o volume de processos que chegam à Corte. A lei com a regulamentação foi sancionada nesta terça-feira (4). A Constituição já considera relevantes os recursos relacionados a ações penais, ações de improbidade administrativa, causas com valor superior a 500 salários mínimos, casos que possam resultar em inelegibilidade e decisões que contrariem a jurisprudência dominante do STJ. Com a nova lei, novos critérios são incluídos no rol. O projeto de lei teve trami...
Gravidez x câncer: o que precisa ser feito para ter uma jornada tranquila após finalizar o tratamento contra a doença
Médica oncologista orienta que o desejo de ter filhos deve ser comunicado antes de iniciar qualquer terapia para tratar o tumor.
Mulheres em todo o mundo estão descobrindo que é possível conceber e dar à luz a um filho saudável, mesmo após passarem por um tratamento contra o câncer. Situação que pode acontecer também com homens que recebem um diagnóstico e mesmo assim, desejam projetar uma família com filhos biológicos.
Atualmente as formas mais utilizadas para tratar a doença, envolvem a quimioterapia, a radiologia e a cirurgia e embora certos métodos possam afetar a fertilidade de alguns pacientes, existem opções que podem contribuir com a realização desse sonho.
De acordo com a oncologista clínica do Oncocentro/Rede D’or e CRIO, Dra. Luciana Campos, é muito importante que o paciente converse com o médico a respeito dos seus desejos, incluindo a vontade de ser mãe ou pai. “É muito comum o paciente chegar no consultório e só falar de tratar a doença, o que é correto. Mas em meio a tensão e ansiedade, é fundamental que tudo seja esclarecido. A vontade de ter filhos é uma questão que não pode ser escondida, pois quando a pessoa pretende engravidar, ela precisa mencionar esse desejo para que sejam tomados alguns cuidados, como antes de iniciar uma quimioterapia, que é um tratamento que pode afetar a fertilidade dos pacientes”, afirma a médica.
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