Em um dia de feriado nos Estados Unidos, a bolsa voltou a fechar acima dos 174 mil pontos pela primeira vez em um mês. O dólar recuou e retornou ao nível de R$ 5,16. O movimento foi impulsionado pela leitura mais fraca da produção industrial em maio, que reforçou as apostas de um corte de 0,25 ponto percentual da taxa Selic na reunião de agosto do Comitê de Política Monetária (Copom). Com os mercados norte-americanos fechados pelo feriado da Independência dos Estados Unidos, a liquidez foi reduzida ao longo da sessão. O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou esta sexta-feira (3) com alta de 0,74%, aos 174.070,27 pontos, no maior fechamento desde 2 de junho. Na semana, acumulou ganho de 0,45% e, no ano, avança 8,03%. O giro financeiro somou R$ 12,6 bilhões, bem abaixo da média diária, refletindo a ausência de negociações em Wall Street. O dólar comercial caiu R$ 0,04 (0,76%), cotado a R$ 5,168. A moeda praticamente zerou a alta acumulada na semana, subindo apenas 0,03%, favor...
O judoca brasileiro Guilherme Schimidt, atual número nove do mundo na categoria 81 quilos, faturou a medalha de prata neste sábado (17), no Grand Slam de Astana (Cazaquitão). Após vencer três lutas seguidas por ippon, o brasiliense de 22 anos foi superado na final por Somon Makhmadbekov (Tadjiquistão), ao sofrer três punições da arbitragem. Promessa do judô nacional, Schimidt volta a subir ao pódio quase um ano depois de conquistar dois ouros em Grand Slams (Turquia e Hungria) e ascender ao top 5 do ranking mundial da Federação Internacional de Judô (IJF, na sigla em inglês). 

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