Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) distribuiu o inquérito sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana para a Vara do Júri da Capital. Essa unidade é especializada em julgamento de crimes dolosos contra a vida, como homicídio, feminicídio, induzimento ao suicídio, entre outros. Inicialmente, o caso foi reportado como suicídio. Gisele foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Ele estava no local, chamou socorro e reportou o caso às autoridades como suicídio. Posteriormente, o registro foi alterado para morte suspeita. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a investigação apura o crime como morte suspeita, e a tipificação pode ser revista a qualquer momento, sem prejuízo ao inquérito. “A Polícia Civil já colheu depoimentos e aguarda laudos complementares para subsidiar as investigações. O caso é rigorosamente apurado, sob sigilo, co...
Centenas de pessoas fizeram, neste domingo (15), no Rio de Janeiro, um ato em defesa de Israel, país envolvido em um conflito com o grupo extremista islâmico Hamas. O ato foi organizado pela Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (Fierj).

Carregando bandeiras e fotos de israelenses sequestrados pelo grupo palestino, os manifestantes caminharam pela orla de Copacabana, na zona sul da cidade, e entoaram frases como “Hamas, nunca mais”, “Libertem os reféns” e “Hamas é terrorista”.
Ao fim do protesto, vários dos manifestantes rezaram em hebraico e cantaram o hino israelense.
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