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Clássico-Rei: SSPDS realiza reunião com órgãos estaduais e municipais para alinhar estratégias de segurança para a partida

  O encontro para alinhamento entre os representantes ocorreu nesta terça-feira, na sede da SSPDS, no Cisp Com o andamento do Campeonato Cearense de Futebol de 2026, a competição contará com o primeiro Clássico-Rei do ano. Visando promover a integração entre as Forças de Segurança do Ceará e os órgãos municipais que atuam na partida, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), por meio da Coordenadoria de Planejamento Operacional (Copol), promoveu uma reunião de alinhamento presencial com representantes de diversos órgãos. O encontro ocorreu na tarde desta terça-feira (3), no Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), que fica no bairro Aeroporto – Área Integrada de Segurança Pública 6 (AIS 6) de Fortaleza. O encontro contou com representantes da Polícia Militar do Ceará (PMCE), da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE), além da Coordenadoria de Inteligência (Coin) e da própria Coordenadoria de Planejamen...

Idosos têm dificuldade para acessar Benefício de Prestação Continuada

 As pessoas idosas têm direito a uma garantia mínima de renda, prevista tanto no Estatuto do Idoso, de 2003, quanto na Lei Orgânica da Assistência Social, de 1993. Esse direito é assegurado pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a quem tem mais de 65 anos e comprove ter renda de até um quarto de salário mínimo.

No valor de um salário mínimo, o BPC é pago mensalmente. Atualmente, segundo dados disponibilizados pelo Ministério da Previdência Social, 2,4 milhões de idosos recebem o benefício. Em 2021, eram pouco mais de 2 milhões.

Profissionais e entidades que atuam com essa população relatam, no entanto, que, muitas vezes, as pessoas têm dificuldade em acessar o benefício.

“Na gestão do governo federal passado, houve um corte muito grande no orçamento destinado ao SUAS [Sistema Único de Assistência Social], de uma forma geral à política de assistência social, o que fez precarizar muito o atendimento nos equipamentos dessa política, ao mesmo tempo em que houve também, o que já é público, um empobrecimento muito grande da população. Ou seja, há uma maior busca pelos serviços e, ao mesmo tempo, uma fragilidade desses equipamentos”, avalia a diretora do Conselho Federal de Serviço Social, Angelita Rangel.

Angelita diz que houve redução no atendimento presencial, o que levou as solicitações de benefícios a serem feitas cada vez mais por canais remotos. Porém, muitos idosos não têm acesso a computadores ou celulares para fazer os pedidos, ou não têm os conhecimentos necessários para isso, destaca a assistente social. “Isso faz recorrer a intermediações, que cobram por esse serviço, que antes era ofertado gratuitamente”, ressalta.

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