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*Autoria de Eduardo Girão (NOVO-CE), os 300 anos de Fortaleza ganha sessão especial no Senado Federal na segunda-feira (13/4)*

  *Autoria de Eduardo Girão (NOVO-CE), os 300 anos de Fortaleza ganha sessão especial no Senado Federal na segunda-feira (13/4)* Nesta segunda-feira, 13 de abril, o plenário do Senado Federal realizará uma *sessão solene* pelo *tricentenário de fundação de Fortaleza*, que tem raízes na ocupação portuguesa e holandesa na Barra do Ceará e no Forte de Nossa Senhora da Assunção. A homenagem atende ao requerimento (RQS 224/2026) do senador Eduardo Girão (NOVO-CE), que destaca a importância histórica, cultural e econômica da quarta capital mais populosa do país e a primeira do Norte e Nordeste.  Com mais de 2,6 milhões de habitantes, aferidos no último Censo, Fortaleza se destaca economicamente pelo setor de serviços, que representa 80% do Produto Interno Bruto (PIB) da cidade, com grande participação do turismo, comércio e serviços. No turismo, entre os pontos mais visitados estão o *Theatro José de Alencar* (que completará 116 anos no próximo dia 17 de junho); o *Mercado Central* ...

Uece recebe 3ª patente pelo desenvolvimento de fungicida natural para cultivo de caju e de outras 500 espécies de plantas do Nordeste

 

A Universidade Estadual do Ceará (Uece) recebeu, do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), a carta-patente referente ao desenvolvimento de um fungicida natural para uso fitossanitário e farmacológico, que tem como matéria-prima extratos, óleo vegetal e óleo essencial de plantas. Como fitossanitário, é capaz de proteger plantações inteiras, de forma econômica e natural, dos fungos comuns no Nordeste. Esses fungos atingem centenas de espécies de plantas da região, sendo uma das mais acometidas, o cajueiro. A carta-patente referente ao novo fungicida natural é a terceira da Uece. A primeira carta-patente da instituição foi recebida em 2021 e a segunda, em 2022. O documento visa à proteção nacional das invenções.

“Trata-se de produtos bioativos que inibem a proliferação e o crescimento de fungos vetores de doenças em humanos e plantas. As formulações desenvolvidas por nosso grupo, e agora patenteadas, podem ser utilizadas no combate à podridão seca, doença provocada pelo Lasiodiplodia theobromae, caracterizada como peste que, no Nordeste, provoca sérios prejuízos à cultura do cajueiro, da acerola, coqueiro e muitas outras. No entanto, no início da nossa pesquisa direcionamos o nosso estudo para a erradicação da podridão seca que impacta sobremaneira a cajucultura, muito forte no Nordeste”, explica a pesquisadora Ana Lúcia Eufrázio Romão.

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