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Júlia Zanatta cobra transparência sobre ressarcimentos do INSS e tenta barrar nova MP bilionária

  Júlia Zanatta cobra transparência sobre ressarcimentos do INSS e tenta barrar nova MP bilionária Brasília – A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) apresentou duas emendas à MP nº 1.378/2026 , que abre mais R$ 547 milhões para ressarcimento de aposentados e pensionistas vítimas de descontos associativos indevidos no INSS . A medida se soma aos R$ 3,3 bilhões já autorizados anteriormente, totalizando quase R$ 4 bilhões destinados ao pagamento das vítimas. Para a deputada , o governo Lula deveria ter encaminhado o reforço de recursos por meio de projeto de lei de crédito adicional, permitindo a análise do Congresso, e não por uma nova medida provisória. Uma das emendas determina que o Executivo apresente, em até 30 dias, o valor total do passivo restante e o número de beneficiários que ainda aguardam ressarcimento, impedindo uma nova MP para a mesma finalidade. A segunda exige transparência sobre a execução dos recursos, com divulgação de informações como valores pagos, benefic...

Uece recebe 3ª patente pelo desenvolvimento de fungicida natural para cultivo de caju e de outras 500 espécies de plantas do Nordeste

 

A Universidade Estadual do Ceará (Uece) recebeu, do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), a carta-patente referente ao desenvolvimento de um fungicida natural para uso fitossanitário e farmacológico, que tem como matéria-prima extratos, óleo vegetal e óleo essencial de plantas. Como fitossanitário, é capaz de proteger plantações inteiras, de forma econômica e natural, dos fungos comuns no Nordeste. Esses fungos atingem centenas de espécies de plantas da região, sendo uma das mais acometidas, o cajueiro. A carta-patente referente ao novo fungicida natural é a terceira da Uece. A primeira carta-patente da instituição foi recebida em 2021 e a segunda, em 2022. O documento visa à proteção nacional das invenções.

“Trata-se de produtos bioativos que inibem a proliferação e o crescimento de fungos vetores de doenças em humanos e plantas. As formulações desenvolvidas por nosso grupo, e agora patenteadas, podem ser utilizadas no combate à podridão seca, doença provocada pelo Lasiodiplodia theobromae, caracterizada como peste que, no Nordeste, provoca sérios prejuízos à cultura do cajueiro, da acerola, coqueiro e muitas outras. No entanto, no início da nossa pesquisa direcionamos o nosso estudo para a erradicação da podridão seca que impacta sobremaneira a cajucultura, muito forte no Nordeste”, explica a pesquisadora Ana Lúcia Eufrázio Romão.

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