Com a proposta de reelaborar o imaginário do medo e do terror como forças de criação da população LGBT+ o Museu de Arte Contemporânea (MAC Dragão), em Fortaleza, recebe a partir deste sábado (18) a exposição “Terror celestial”. A mostra, que vai até o dia 4 de outubro, reúne obras de 24 artistas de diferentes linguagens. O curador, Lucas Dilacerda disse à Agência Brasil que a proposta é abordar a relação da comunidade LGBT+ com o terror. Ele destaca que, historicamente, a sociedade tem classificado essa população como figuras anormais, muitas vezes chamadas de monstros, estranhas, assustadoras, freak, aberrações e uma série de xingamentos que violentam seus corpos. “Essa violência começa a causar uma série de traumas e uma série de problemas e estruturas psíquicas que vão se reverberar na vida adulta. Então, a exposição investiga como todo esse imaginário do terror é reelaborado por esses artistas, transformado e transmutado na produção artística”, disse. Medo do diferente Dilace...
Vannick Belchior e banda se apresentam no CCBNB quinta, 18/1, às 20h, homenageando o grande compositor cearense. Entrada franca
Filha caçula de Antonio Carlos Belchior, um dos maiores nomes da música brasileira, Vannick Belchior traz no DNA a paixão pela arte e o sangue nordestino. Aos 25 anos, ela inicia sua carreira artística, com a mesma idade em que seu pai começou a sua. Aliás, ele já dizia que ela seria cantora desde muito nova.
Coincidência ou não, a música sempre pairou por sua vida. E o encantamento por esse universo também floresceu no coração. Ela sabia que, em algum momento, o amor pela arte pulsaria mais forte.
Durante um tempo esse sentimento ficou adormecido, e ela partiu para outros caminhos. A menina cresceu e ingressou na faculdade de Direito. Um pouco antes da formatura, foi assistir a um show de mestre Tarcísio Sardinha, que pediu para ela subir ao palco e cantar com ele uma música do pai. Depois da participação, ele ficou impressionado com o timbre e a semelhança artística entre os dois.
A partir desse encontro, uma virada de chave aconteceu na vida de Vannick. Como ela mesma afirma, em 2021, após a formatura, decidiu seguir essa “selvageria da alma”, "quando a vida lhe aponta uma direção e você precisa trilhar esse caminho". Seguindo seus instintos e sua ancestralidade, a cantora sentiu que era o momento de dar continuidade artística e criativa à voz do pai. Em 2022, gravou seu primeiro EP “Das coisas que aprendi nos discos”, lançado em agosto.
Com Vannick no palco do CCBNB Fortaleza na quinta-feira, 18/1, às 20h, com entrada franca, seu diretor musical, o aplaudido guitarrista, violonista e produtor Lu D´Sosa, juntamente a Filipe Mota (contrabaixo) e Ednilson Bandeira (bateria). Entrada franca, como em toda a programação do CCBNB.
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