Cerrado brasileiro perdeu 13,9 milhões de hectares de margens de rios Área desmatada equivale ao território do estado do Acre Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil Publicado em 08/10/2026 - 07:07 Brasília © Palê Zuppani/ICMbio Versão em áudio O bioma Cerrado perdeu 13,9 milhões de hectares de vegetação nativa, localizadas em até 500 metros de rios e outros cursos de água, entre os anos de 1985 e 2025. Equivalente ao estado do Amapá em tamanho, a área representa mais de um quarto, 26,9%, de toda a cobertura verde convertida em outros usos no período. Os dados são de um recorte sobre o Cerrado divulgado nesta quinta-feira (8), da Coleção 11 do MapBiomas de mapas anuais de cobertura e uso da terra no Brasil. De acordo com Bárbara Costa, analista de pesquisa do IPAM e integrante da equipe Cerrado do MapBiomas, a redução dessa cobertura pode afetar a qualidade e a disponibilidade da água e deixar a paisagem mais vulnerável a eventos climáticos extremos, como secas e chuvas int...
Vannick Belchior e banda se apresentam no CCBNB quinta, 18/1, às 20h, homenageando o grande compositor cearense. Entrada franca
Filha caçula de Antonio Carlos Belchior, um dos maiores nomes da música brasileira, Vannick Belchior traz no DNA a paixão pela arte e o sangue nordestino. Aos 25 anos, ela inicia sua carreira artística, com a mesma idade em que seu pai começou a sua. Aliás, ele já dizia que ela seria cantora desde muito nova.
Coincidência ou não, a música sempre pairou por sua vida. E o encantamento por esse universo também floresceu no coração. Ela sabia que, em algum momento, o amor pela arte pulsaria mais forte.
Durante um tempo esse sentimento ficou adormecido, e ela partiu para outros caminhos. A menina cresceu e ingressou na faculdade de Direito. Um pouco antes da formatura, foi assistir a um show de mestre Tarcísio Sardinha, que pediu para ela subir ao palco e cantar com ele uma música do pai. Depois da participação, ele ficou impressionado com o timbre e a semelhança artística entre os dois.
A partir desse encontro, uma virada de chave aconteceu na vida de Vannick. Como ela mesma afirma, em 2021, após a formatura, decidiu seguir essa “selvageria da alma”, "quando a vida lhe aponta uma direção e você precisa trilhar esse caminho". Seguindo seus instintos e sua ancestralidade, a cantora sentiu que era o momento de dar continuidade artística e criativa à voz do pai. Em 2022, gravou seu primeiro EP “Das coisas que aprendi nos discos”, lançado em agosto.
Com Vannick no palco do CCBNB Fortaleza na quinta-feira, 18/1, às 20h, com entrada franca, seu diretor musical, o aplaudido guitarrista, violonista e produtor Lu D´Sosa, juntamente a Filipe Mota (contrabaixo) e Ednilson Bandeira (bateria). Entrada franca, como em toda a programação do CCBNB.
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