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Confira os pontos próprios para banho de mar neste fim de semana em Fortaleza

  A Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) divulgou o boletim semanal de balneabilidade das praias de Fortaleza, indicando que dez pontos estão próprios para banho. O levantamento, referente ao período de 13 a 19 de abril, pode ser consultado no site da autarquia ou no aplicativo Semace Digital. O monitoramento assegura a qualidade da água e a segurança dos banhistas, conforme os critérios estabelecidos pela legislação ambiental vigente. Os parâmetros de balneabilidade seguem a Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Para a análise, técnicos da autarquia coletam e avaliam, em laboratório, cinco amostras semanais de cada ponto monitorado. No setor Leste da cidade, que compreende as praias do Futuro, Titanzinho e Abreulândia, dois trechos apresentaram condições adequadas para banho. No setor Centro, que inclui as praias do Mucuripe, Meireles e Iracema, apresenta maior quantidade com seis pontos foram classificados como próprios. Já no setor ...

Semace em operação conjunta combate irregularidades em terrenos públicos

 Na última terça-feira (27), foi realizada uma operação na praia de Tatajuba, em Camocim, com o objetivo de retirar cercas e placas de comercialização de terrenos públicos e de áreas protegidas, para combater a especulação imobiliária na zona costeira.

Intitulada “Operação Derruba Cerca”, a ação foi realizada pelo Instituto de Desenvolvimento Agrário do Ceará (Idace), e contou com a participação da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA).

De acordo com o Idace, a articulação ocorreu logo após a instituição receber uma denúncia na semana passada. Técnicos do órgão e do Ibama foram ao local e derrubaram as cercas com marretadas, sendo supervisionados por policiais.

Durante a ação, fiscais ambientais da Semace acompanharam a inspeção de cinco áreas que continham cercas e placas de venda em propriedades públicas estaduais e federais, incluindo um sítio arqueológico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Nenhuma multa foi aplicada durante a operação, uma vez que não foi possível identificar os responsáveis pela instalação das cercas.

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