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PMCE cumpre mandado de prisão por roubo e corrupção de menores em Sobral

  Um homem de 25 anos foi preso pelo 3º Batalhão da Polícia Militar do Ceará (PMCE), em cumprimento a um mandado de prisão em aberto, na manhã deste sábado (4), no bairro Vila União, em Sobral. A ordem judicial, expedida pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Sobral, referia-se à regressão cautelar de regime pelos crimes de corrupção de menores e roubo. A ofensiva ocorreu após as equipes policiais receberem informações sobre a localização do suspeito. Os militares realizaram o cerco ao imóvel onde o suspeito se encontrava e, ao anunciarem a presença da composição, o homem se entregou sem oferecer resistência à abordagem. O preso foi conduzido à Delegacia Regional de Sobral, onde o mandado de prisão foi devidamente cumprido e formalizado junto à Polícia Civil. O homem agora permanece à disposição da Justiça para o cumprimento da pena. Assessoria de Comunicação da PMCE

PF desarticula grupo por fraude contra Caixa e prefeitura no Paraná Suspeitos utilizaram conta de servidor do município de Telêmaco Borba

 Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (3), a Operação Private Key, com o objetivo de desarticular grupo suspeito de ter praticado fraude cibernética contra a Caixa Econômica Federal e a prefeitura de Telêmaco Borba, no Paraná.

Mais de 30 policiais participam das ações com alvos em Brasília, Águas Lindas de Goiás (GO) e Santa Luzia (MG). Estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão, 11 mandados de busca e apreensão, 51 mandados de sequestro, arresto e bloqueio, além de 9 mandados de sequestro de criptoativos.

De acordo com os investigadores, os suspeitos teriam utilizado “técnicas avançadas de hackeamento” que resultaram na criação de um site falso para roubo de credenciais.

“Por meio desse site, induziram um servidor da prefeitura de Telêmaco Borba a fornecer suas informações de login e senha, que foram posteriormente utilizadas para acessar o sistema GovConta do município”, detalhou a PF.

Na sequência, clonaram o perfil do servidor em um aplicativo de mensagens, utilizando engenharia social (técnica de manipulação que obtém informações privadas e acessos por meio de erros humanos) para se passar por ele. Eles então contataram o gerente da Caixa e, de quem obtiveram autorização para transferir valores para empresas de fachada, dando a entender que elas seriam fornecedoras da prefeitura.

Segundo os investigadores, mais de R$ 6 milhões foram desviados. Os valores foram distribuídos em diversas contas bancárias em nome de laranjas e, então, convertidos em criptomoedas.

“O uso de múltiplas camadas de contas e carteiras de criptomoedas dificultou a rastreabilidade dos recursos, sendo identificadas pelo menos quatro camadas de beneficiários dos valores, incluindo integrantes da organização criminosa que adquiriram bens de luxo e realizaram viagens caras”, detalhou a PF.

Se condenados, os suspeitos podem cumprir penas de até 30 anos pelos crimes de furto qualificado mediante fraude, invasão de dispositivo informático, lavagem de capitais e organização criminosa.

Edição: Valéria Aguiar

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