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MP denuncia policiais militares por morte de empresário no Rio Para promotoria, PMs dispararam mais de 20 tiros de fuzil

  A 2ª Promotoria de Justiça do Rio junto ao  1° Tribunal do Júri da Capital  denunciou os policias militares Rafael Assunção Marinho e Rodrigo da Silva Alves pelo  homicídio doloso triplamente qualificado  do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira , ocorrido na madrugada de 22 de abril deste ano, no barro da Pavuna, zona norte do Rio. Segundo o Ministério Público (MP) do Rio, os agentes, do 41º batalhão da PM, em Irajá, dispararam mais de 20 tiros de fuzil contra a picape em que estavam Daniel e mais três pessoas.  A vítima foi atingida na cabeça e morreu no local. Os demais ocupantes do carro não foram atingidos. A denúncia sustenta que o crime foi cometido por motivo torpe e com recurso que dificultou a defesa da vítima. De acordo com as investigações, os policiais acompanharam a movimentação do empresário na região por mais de uma hora, com acesso a informações em tempo real por um informante pelo telefone e, a partir daí, definiram pre...

Ação conjunta entre PRF/MS e FICCO/CE prende suspeito de participar de chacina no Ceará

 Ação conjunta entre PRF/MS e FICCO/CE prende suspeito de participar de chacina no Ceará

APolícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, em Jaraguari (MS), um homem suspeito de participar de uma chacina em Viçosa do Ceará (CE). A prisão ocorreu na tarde desta quinta-feira (27) e foi uma ação conjunta entre a PRF e a FICCO (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado) do Ceará.

Os policiais rodoviários federais realizavam buscas na BR-163 e abordaram um Honda/Fit.

Em entrevista, o motorista viajava com três passageiros, sendo uma mulher. Um dos passageiros apresentou um documento falso, já cientes das informações do suspeito, os policiais questionaram e o passageiro confessou a origem ilícita dos documentos. Ele disse também que estaria viajando para Corumbá (MS), na fronteira com a Bolívia. 

O motorista disse ser cunhado do preso e que o conhecia pelo nome da documentação falsa, a passageira, esposa do preso, também disse que não conhecia o nome verdadeiro do homem e não sabia sobre seus antecedentes criminais.

O preso foi encaminhado à Polícia Federal em Campo Grande (MS).

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