Pular para o conteúdo principal

Forças de Segurança capturam integrante de grupo criminoso suspeito de ameaçar provedores de Internet na Região Metropolitana de Fortaleza

  Com essa prisão, sobe para 87 o número de capturados por esse tipo de crime  Os esforços contínuos empreendidos pela Segurança Pública do Ceará resultaram na captura de mais um suspeito de envolvimento em crimes contra provedores de Internet na Região Metropolitana de Fortaleza. Um homem, de 31 anos, foi localizado e preso nesta quinta-feira (30), no Parque das Nações, em Caucaia, na Área Integrada de Segurança Pública 26 (AIS 26) do estado, em uma ação integrada da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) unidade especializada da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), e do Comando de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (CPRaio), da Polícia Militar do Ceará (PMCE).  A ação culminou na prisão do indivíduo que já responde por tráfico de drogas e integrar organização criminosa. O homem é investigado por ameaçar e intimidar funcionários de provedores de Internet na Região Metropolitana de Fortaleza. Os trabalhos policiais para a lo...

Mpox: Anvisa simplifica regra para importação de vacina e medicamento Norma tem caráter excepcional e provisório

 A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou resolução que dispensa registro e autorização excepcional de importação de medicamentos e vacinas adquiridos pelo Ministério da Saúde para prevenção ou tratamento da mpox.

A norma, aprovada por unanimidade, tem caráter provisório e excepcional e permite que a pasta solicite a dispensa de registro de medicamentos e vacinas que já tenham sido aprovados para prevenção ou tratamento da doença pelas seguintes autoridades reguladoras internacionais:

- Organização Mundial da Saúde (OMS);  

- Agência Europeia de Medicamentos (EMA); 

- Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA); 

- Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde do Reino Unido (MHRA);  

- Agência de Produtos Farmacêuticos e Equipamentos Médicos/Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar do Japão (PMDA/MHLW);

- Agência Reguladora do Canadá (Health Canada). 

Em nota, a Anvisa destacou que as condições de uso e distribuição dos medicamento e vacinas a serem importados devem ser as mesmas aprovadas e publicizadas pelas autoridades reguladoras listadas.

“O medicamento ou vacina deve ter todos os locais de fabricação, incluindo linhas e forma farmacêutica, aprovados por autoridades reguladoras membros do Esquema de Cooperação em Inspeção Farmacêutica.”  

Ainda de acordo com o comunicado, o pedido de dispensa de registro será avaliado prioritariamente pelas áreas técnicas da agência e a decisão deverá ocorrer em até sete dias úteis.

“A norma prevê um rito simplificado e prioritário para a importação dos medicamentos e vacinas, semelhante ao modelo já adotado para as importações via Covax Facility”, destacou a Anvisa, ao se referir à uma aliança internacional conduzida pela OMS para acelerar o desenvolvimento e a produção de vacinas contra covid-19.

Público-alvo

Segundo a agência, o ministério ficará responsável por estabelecer grupos classificados como vulneráveis e prioritários para o uso de medicamentos e vacinas para mpox. Caberá à pasta, ainda, o monitoramento dos insumos importados e dos pacientes, além da divulgação de orientações para serviços de saúde, notificações de eventos adversos e queixas técnicas.

“[O ministério] também deverá assegurar que os medicamentos ou vacinas atendam às condições aprovadas pela autoridade sanitária internacional e garantir que as vacinas somente sejam utilizadas após sua liberação pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (INCQS/Fiocruz).” 

Os medicamentos e vacinas adquiridos por meio desta resolução poderão ser utilizados até o final do seu prazo de validade.

“Com a aprovação da norma, a Anvisa tem como objetivo a simplificação documental e a agilidade do processo de importação, de modo a facilitar o acesso da população brasileira aos medicamentos ou vacinas já aprovados por outra autoridade regulatória internacional para o tratamento ou prevenção da mpox. A medida é fundamental para o enfrentamento da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, declarada novamente pela OMS no último dia 14 de agosto.”

Edição: Valéria Aguiar

Comentários