O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Trabalho desta quarta-feira, 16, foi o terceiro da semana

Em mais uma tarde de trabalhos no CT de Porangabuçu, o Ceará deu continuidade à preparação para enfrentar o Ituano no próximo sábado, 19, fora de casa. Nesta quarta-feira, 16, Léo Condé orientou um trabalho tático.
Foi o terceiro dia de preparação para a partida diante do clube do interior paulista. Depois de um treinamento na academia, o grupo começou a atividade com um jogo em campo reduzido, complementando a atividade com um treinamento coletivo.
Nesta quinta-feira, também no período da tarde, o elenco alvinegro realizará seu quarto treinamento da semana. Antes dos trabalhos em campo, o meio-campista Lucas Mugni falará com a imprensa na coletiva pré-jogo.
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.