O dólar voltou a cair e se aproximou do patamar de R$ 5, no menor nível em mais de dois anos. A bolsa brasileira renovou recordes nesta sexta-feira (9), em um dia de maior apetite por risco no mercado global. O movimento ocorreu em meio à estabilidade do petróleo no exterior e à repercussão de dados de inflação no Brasil. A moeda americana encerrou o dia em forte queda, ao mesmo tempo em que o Ibovespa registrou o nono pregão consecutivo de alta. A bolsa aproximou-se dos 200 mil pontos pela primeira vez, impulsionada pela entrada de capital estrangeiro e pelo otimismo com o cenário internacional. O ambiente externo mais favorável, com expectativas de redução de tensões no Oriente Médio, também contribuiu para a valorização de ativos de países emergentes, como o Brasil. No cenário doméstico, investidores reagiram ainda à divulgação da inflação oficial de março pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O indicador ficou em 0,88% , acima do esperado, e re...
O mapa mais recente do Monitor de Secas, que traz informações sobre o cenário de novembro, indica que o nível de seca moderada avançou sobre o Ceará.
De acordo com a ferramenta, o estado apresentava apenas 5,25% no mês de outubro, já no último mês, ficou em 38,49%.
O avanço se deu, principalmente, no centro-sul do Ceará. Conforme a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), a expansão está relacionada à típica de redução de chuvas em relação ao 1º semestre.
Entre os impactos apontados pelo Monitor de Secas, são esperados alguns danos às culturas, pastagens; córregos, reservatórios ou poços com níveis baixos, algumas faltas de água em desenvolvimento ou iminentes; restrições voluntárias de uso de água solicitadas.

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