O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Trabalho apronto aconteceu na tarde deste sábado, 25

Tudo pronto em Porangabuçu para o Clássico da Paz deste domingo, 26. Na tarde deste sábado, o elenco comandado por Léo Condé finalizou sua preparação para enfrentar o Ferroviário com mais um treinamento em Carlos de Alencar Pinto.
O trabalho, iniciado com um vídeo junto ao time da Análise de Desempenho, teve a maior parte do tempo voltada para ajustes táticos. Em campo, Condé comandou um trabalho coletivo.
Ao fim do treinamento, o grupo seguiu para a concentração, onde permanecerá até a tarde deste domingo, 26, quando irá para o Estádio Presidente Vargas. Ferroviário e Ceará se enfrentam às 17h.
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