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Oito suspeitos de furto de energia e cabos são presos durante operação da SSPDS em Fortaleza

  Durante a ação, 621 kg de fios e equipamentos, que estavam sendo utilizados de forma irregular em uma rede clandestina, foram recolhidos Uma operação coordenada pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), por meio da Coordenadoria Integrada de Planejamento Operacional (Copol), resultou, nessa quarta-feira (4), na prisão em flagrante de oito pessoas suspeitas de envolvimento com furto de energia e cabos. A ação policial ocorreu no bairro Cajazeiras e culminou ainda na apreensão de cabos furtados e na desativação de uma rede de energia clandestina. Os trabalhos policiais tiveram o objetivo de identificar unidades de energia clandestinas e recolher fiações e equipamentos que estavam sendo utilizados de forma indevida na região e trazendo risco à população. A operação, denominada “Blindagem de Rede”, também contou com equipes da Polícia Militar do Ceará (PMCE), da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE), da Perí...

STF rejeita recursos de deputados do PL que viraram réus Parlamentares foram acusados de cobrar propina por emendas

 Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta sexta-feira (11) rejeitar recursos de dois deputados federais e de um suplente do PL que se tornaram réus pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa.

Na semana passada, o colegiado iniciou o julgamento virtual de recursos protocolados pelas defesas dos deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE). Eles são acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de cobrarem propina para a liberação de emendas parlamentares.

Durante o julgamento virtual, além do relator, Cristiano Zanin, votaram contra os recursos os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Para o relator, as defesas buscam rediscutir a matéria. "Os embargos de declaração não constituem meio processual adequado para a reforma do julgado, não sendo possível atribuir-lhes efeitos infringentes, salvo em situações excepcionais, o que não ocorre no caso em questão", disse Zanin.

Defesas

Durante o julgamento no qual os parlamentares se tornaram réus, a defesa do deputado Josimar Maranhãozinho declarou ao Supremo que as acusações da PGR contra o parlamentar se "mostram frágeis e desfundamentadas".

Os advogados de Bosco Costa defenderam a rejeição da denúncia por falta de provas. A defesa afirmou ao Supremo que a acusação está baseada  em "diálogos de terceiros e anotações manuscritas desconhecidas de Bosco".

A defesa de Pastor Gil defendeu a ilegalidade das provas obtidas na investigação por entender que o caso deveria ter iniciado no STF, e não na Justiça Federal do Maranhão. Os advogados também acrescentaram que a denúncia é baseada em "hipóteses e conjecturas". 

 

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