A 2ª Promotoria de Justiça do Rio junto ao 1° Tribunal do Júri da Capital denunciou os policias militares Rafael Assunção Marinho e Rodrigo da Silva Alves pelo homicídio doloso triplamente qualificado do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira , ocorrido na madrugada de 22 de abril deste ano, no barro da Pavuna, zona norte do Rio. Segundo o Ministério Público (MP) do Rio, os agentes, do 41º batalhão da PM, em Irajá, dispararam mais de 20 tiros de fuzil contra a picape em que estavam Daniel e mais três pessoas. A vítima foi atingida na cabeça e morreu no local. Os demais ocupantes do carro não foram atingidos. A denúncia sustenta que o crime foi cometido por motivo torpe e com recurso que dificultou a defesa da vítima. De acordo com as investigações, os policiais acompanharam a movimentação do empresário na região por mais de uma hora, com acesso a informações em tempo real por um informante pelo telefone e, a partir daí, definiram pre...
POLÍCIA
"A Justiça condenou, agora há pouco, três dos quatros acusados no caso Ana Bruna. A estudante era testemunha-chave da morte do comerciante Válter Portela, que denuncia suposto esquema de extorção envolvendo o delegado Roberto de Castro. Os acusados foram ouvidos no Fórum de Fortaleza. Apenas José Veridiano admitiu ter atirado em Ana Bruna e disse que José Eudásio seria o piloto da moto em que eles estavam e também teria atirado.O cabo Raimundo Nonato e o soldado Lúcio de Castro são apontados como intermediários das mortes do ex-PM Ademir Mendes e da adolescente Ana Bruna. Apesar das contradições apontadas pelo juiz Jucid Peixoto do Amaral, os quatro acusados afirmaram nos depoimentos que o delegado Roberto de Castro não tem envolvimento nos crimes. Para tirar as dúvidas, o juiz autorizou exibir durante o julgamento gravações telefônicas.As gravações fazem parte do processo que tem cinco volumes. A justiça identificou a voz dos quatro acusados."
Fonte: TV Verdes Mares e TV Diário
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.