O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
POLÍCIA
Os números da violência no trânsito neste feriado prolongado de Ano Novo. A AMC registrou onze acidentes, sendo um deles graves na capital, que resultou na morte de uma pessoa. Nas estradas estaduais, a CPRV anotou onze acidentes com duas morte.
Por Marcellus Rocha, com informações da TV Diário
Os números da violência no trânsito neste feriado prolongado de Ano Novo. A AMC registrou onze acidentes, sendo um deles graves na capital, que resultou na morte de uma pessoa. Nas estradas estaduais, a CPRV anotou onze acidentes com duas morte.
Por Marcellus Rocha, com informações da TV Diário
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