Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o recurso especial do Comité Interprofessionnel du Vin de Champagne (CIVC) que buscava proibir uma empresa brasileira do ramo de vestuário de utilizar a denominação "champagne" em sua marca. O colegiado entendeu que a proteção da indicação geográfica da bebida está restrita ao seu ramo de atividade e que não há risco de confusão entre empresas que atuam em negócios distintos. De acordo com o CIVC, a utilização do nome configuraria aproveitamento parasitário e diluição da denominação de origem, causando prejuízo à coletividade titular da identidade. A entidade requereu que a empresa fosse proibida de usar a expressão, sob pena de multa diária, e que lhe pagasse uma indenização por danos morais. Os pedidos foram rejeitados em primeira e segunda instância. Entre outros fundamentos, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) considerou que as empresas atuam em ramos distintos, o que afasta a possibilidade ...
POLÍCIA
"Esta segunda-feira, dia 30 de junho, é dia do caminhoneiro. Para marcar a data no Ceará, a Polícia Rodoviária Federal montou uma blitz; mas nada de multas ou apreensão da carteira de habilitação. Dessa vez, a fiscalização foi para checar itens indispensáveis para o bom funcionamento, não do carro, mas do motorista."
Fonte:Texto reproduzido da TV Verdes Mares
"Esta segunda-feira, dia 30 de junho, é dia do caminhoneiro. Para marcar a data no Ceará, a Polícia Rodoviária Federal montou uma blitz; mas nada de multas ou apreensão da carteira de habilitação. Dessa vez, a fiscalização foi para checar itens indispensáveis para o bom funcionamento, não do carro, mas do motorista."
Fonte:Texto reproduzido da TV Verdes Mares
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