O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) encerrou 2025 com números expressivos no enfrentamento financeiro às organizações criminosas que atuam no estado. Como resultado da atuação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) ao longo do ano, foi requerido ao Judiciário o bloqueio de R$ 906.265.077,21 em recursos vinculados a pessoas e organizações criminosas. Para isso, o grupo qualificou seus métodos de investigação, ampliou o intercâmbio de informações relacionadas a crimes financeiros de alcance nacional e transnacional e firmou parcerias estratégicas que permitiram expandir o alcance de suas ações. Um exemplo é o Acordo de Cooperação Técnica firmado pelo MPRJ com a Polícia Civil, em março do ano passado, com o objetivo de ampliar a aplicação do confisco de bens nas investigações patrimoniais, instrumento essencial para rastrear, bloquear e recuperar patrimônios ilícitos. De acordo com a coordenadora do Gaeco, promotora de Justiça Letícia Em...
POLÍTICA "Acatando o que manda a súmula do Supremo Tribunal Federal (STF) que busca o fim do nepotismo em todos os Poderes, a Mesa Diretora da Asssembléia Legislativa distribuiu recomendação a todos os setores da Casa para que levantem a lista de parentes ocupando funções comissionadas. A determinação foi endereçada a todos os diretores e coordenadores de organismos da Assembléia e repassada também para todos os gabinetes dos deputados estaduais. Segundo a recomendação, todos esses setores têm até a próxima terça-feira para fazer o levantamento e repassar os dados à Mesa Diretora que, por sua vez, fará as exonerações. A ação contra o nepotismo na Casa começou com o deputado Heitor Férrer. Além de cobrar a demissão de parentes na Casa, o parlamentar quer a mesma regra valendo para o Executivo, Judiciário e Ministério Público Estadual. No que se refere ao Judiciário, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Fernando Ximenes, garante que não há mais nepotismo no â...