O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
* Parte da proteção de uma ponte sobre corredeira do Jardim Japonês, na Avenida Beira-Mar está danificada. Entretanto, mais de 90% da obra feita na gestão Luizianne Lins está sendo bem mantida pela população e empresa responsável.
* Após as 20 horas, com o fim do prazo para retorno do abastecimento d´água da Cagece após manutenção de estação de tratamento, muita gente reclamava que a água não chegava nas torneiras de muitos bairros da capital cearense.
* Após as 20 horas, com o fim do prazo para retorno do abastecimento d´água da Cagece após manutenção de estação de tratamento, muita gente reclamava que a água não chegava nas torneiras de muitos bairros da capital cearense.
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