O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Sensação da Série B do Campeonato Brasileiro ao surpreender favoritos e brigar pelo G-4, o Icasa foi derrotado por 2 a 0 pelo Paraná neste sábado, na Vila Capanema, e viu o fim do sonho do acesso. A última vaga na elite ficou com o Figueirense, que empatou por 1 a 1 com o Bragantino fora de casa.
Embora com chances de subir, a equipe de Juazeiro do Norte teve uma atuação decepcionante em Curitiba e viu o time tricolor dominar partida. Os gols, porém, só saíram no segundo tempo.
Júlio César, que havia acabado de entrar, desviou cruzamento de Carlinhos e abriu o placar aos 17min. O autor do primeiro gol ainda fez bela jogada aos 38min e serviu Rubinho, que bateu rasteiro e definiu o resultado final.
Com a derrota, o Icasa fechou a competição no quinto lugar, com 59 pontos, apenas um a menos que o Figueirense. Já o Paraná, que só cumpriu tabela de forma melancólica nesta última rodada, terminou em oitavo, com 54.
Com informações do Portal Terra.
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