O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
A Prefeitura de Maracanaú, por meio da Secretaria da Saúde, realizará amanhã, 1º de dezembro, às 8 horas, uma caminhada em alusão ao Dia Mundial de luta contra a Aids. A caminhada sairá da Secretaria de Saúde e percorrerá a Avenida Central até o Hospital Dr. João Elísio de Holanda. No hospital o grupo Garajal fará uma apresentação em frente ao CTA/SAE (policlínica) sobre a prevenção do HIV.
Saiba mais - Os postos de saúde do Município intensificarão a oferta e realização dos testes rápidos para HIV, bem como palestras educativas