O Fortaleza realizou, na manhã desta sexta-feira (20), o seu último treino antes do confronto diante do Botafogo-SP, válido pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro Série B. Sob o comando do técnico Thiago Carpini, o Leão do Pici teve o CT da Ponte Preta como local de treinamento, onde a comissão técnica fez alguns ajustes antes da estreia na competição nacional. O confronto acontece neste sábado (21), às 19h15, no Estádio Santa Cruz. + Seja Sócio! Seja Sócia! Garanta seu desconto exclusivo Foto: Vinicius Palheta / Fortaleza EC Invicto na temporada, o Fortaleza já realizou 14 partidas em 2026, com nove vitórias e cinco empates. Campeão Cearense, o Leão do Pici superou a equipe do Nova Iguaçu na terça-feira e se classificou para a quinta fase da Copa do Brasil. Entre os destaques da equipe, a solidez defensiva é a marca do Tricolor de Aço até então, com apenas seis gols sofridos e 10 jogos sem ser vazado. — Sabemos da dificuldade que vai ser (dentro do campeonato), dos jogos ...
Nesta quinta-feira, 10 de março, a equipe de transplante do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), em parceria com o Hospital Universitário Walter Cantídio, realiza o 15º transplante de medula óssea do ano no Ceará. Em 2016 foram realizados 14 transplantes de medula óssea, seis em janeiro, seis em fevereiro e dois em março, doze deles pela equipe do Hemoce e dois pelo Hospital da Unimed Fortaleza. Dos 14 transplantes realizados este ano, três a mais que os 11 realizados nos meses de janeiro e fevereiro de 2015, oito foram autólogos e seis alogênicos. No ano passado, os transplantes de medula óssea ajudaram o Ceará a alcançar novo recorde de 1.433 transplantes de órgãos e tecidos no Estado. Em 2015, 80 pacientes foram transplantados de medula, bem mais do que os 62 no ano anterior.
A taxa de sobrevida de 95,3% dos pacientes transplantados confere ao Ceará posição de destaque nesse tipo de procedimento. A média mundial de sobrevida de transplantados de medula óssea é de 90%. O transplante de medula óssea é um tipo de tratamento indicado para algumas doenças que afetam as células do sangue. Consiste na substituição de uma medula óssea doente ou deficitária por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma medula saudável. Os transplantes podem ser autólogos, quando a medula transplantada é do próprio paciente, ou alogênicos, quando o tecido transplantado provém de outra pessoa.
O Hemoce superou a meta de cadastro de doadores de medula óssea em 2015. Mais de 20 mil pessoas foram cadastradas no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), um sistema criado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), para registrar as informações de possíveis doadores. A cota estabelecida pelo Ministério da Saúde é de 15 mil voluntários, anualmente. Desde 2000 o Hemoce já cadastrou 154.758 pessoas no Redome. Com isso, aumentam as chances de compatibilidade entre doadores e pacientes do mundo inteiro que aguardam para realizar transplante de medula óssea.
Em 2015, foi realizado no Ceará o primeiro transplante de aplasia medular, o procedimento é resultado da parceria do Hemoce com o Hospital Universitário Walter Cantídio. A paciente transplantada foi uma mulher de 30 anos de idade, que mora na cidade de Pacatuba, a dona de casa já recebeu alta e passa bem. De acordo com o Hematologista Fernando Barroso, chefe da equipe de transplante do Hemoce e do HUWC, a doença provoca a falência da medula, ou seja, a produção das células do sangue deixa de existir e em alguns pacientes a única chance de sobrevivência é o transplante. A parceria entre o Hemoce e o Hospital Universitário acontece desde 2008 e iniciou com a realização de transplantes de medula óssea autólogo.
De acordo com a Central de Transplantes de Secretaria da Saúde do Estado, foram realizados este ano, até o dia 3 de março, 38 transplantes de rim, três de coração, 24 de fígado, 14 de medula óssea, 114 de córnea e dois de esclera. A lista de espera tem 11 pacientes na fila de espera de transplantes de coração, 142 de fígado, 496 de rim, seis de pulmão e 546 de córnea, totalizando 1.210 pacientes ativos na lista de espera por transplantes de órgãos e tecidos.
A taxa de sobrevida de 95,3% dos pacientes transplantados confere ao Ceará posição de destaque nesse tipo de procedimento. A média mundial de sobrevida de transplantados de medula óssea é de 90%. O transplante de medula óssea é um tipo de tratamento indicado para algumas doenças que afetam as células do sangue. Consiste na substituição de uma medula óssea doente ou deficitária por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma medula saudável. Os transplantes podem ser autólogos, quando a medula transplantada é do próprio paciente, ou alogênicos, quando o tecido transplantado provém de outra pessoa.
O Hemoce superou a meta de cadastro de doadores de medula óssea em 2015. Mais de 20 mil pessoas foram cadastradas no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), um sistema criado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), para registrar as informações de possíveis doadores. A cota estabelecida pelo Ministério da Saúde é de 15 mil voluntários, anualmente. Desde 2000 o Hemoce já cadastrou 154.758 pessoas no Redome. Com isso, aumentam as chances de compatibilidade entre doadores e pacientes do mundo inteiro que aguardam para realizar transplante de medula óssea.
Em 2015, foi realizado no Ceará o primeiro transplante de aplasia medular, o procedimento é resultado da parceria do Hemoce com o Hospital Universitário Walter Cantídio. A paciente transplantada foi uma mulher de 30 anos de idade, que mora na cidade de Pacatuba, a dona de casa já recebeu alta e passa bem. De acordo com o Hematologista Fernando Barroso, chefe da equipe de transplante do Hemoce e do HUWC, a doença provoca a falência da medula, ou seja, a produção das células do sangue deixa de existir e em alguns pacientes a única chance de sobrevivência é o transplante. A parceria entre o Hemoce e o Hospital Universitário acontece desde 2008 e iniciou com a realização de transplantes de medula óssea autólogo.
De acordo com a Central de Transplantes de Secretaria da Saúde do Estado, foram realizados este ano, até o dia 3 de março, 38 transplantes de rim, três de coração, 24 de fígado, 14 de medula óssea, 114 de córnea e dois de esclera. A lista de espera tem 11 pacientes na fila de espera de transplantes de coração, 142 de fígado, 496 de rim, seis de pulmão e 546 de córnea, totalizando 1.210 pacientes ativos na lista de espera por transplantes de órgãos e tecidos.