O fisiculturista e influenciador digital Gabriel Ganley, de 22 anos, foi encontrado morto em sua casa, na rua da Mooca, na zona Leste da capital paulista. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo , o caso ocorrido nesse sábado (23) foi registrado no 42º Departamento de Polícia como morte suspeita. “A vítima foi localizada caída no chão da cozinha pelo amigo. Não foram encontrados sinais aparentes de violência no local”, disse, em nota, a SSP. A Integralmedica, marca de suplementos que o patrocinava, lamentou em nota o ocorrido. “Hoje perdemos muito mais do que um atleta talentoso e dedicado, com um futuro brilhante pela frente. Perdemos um influenciador do esporte que inspirava milhares de jovens diariamente com sua energia, disciplina e autenticidade.”
Antes vistos como masculinos, os cursos técnicos e profissionais vêm ganhando cada vez mais espaço entre as mulheres. Elas já representam mais de 25% da força de trabalho industrial no Brasil, segundo informações do Ministério do Trabalho. Em algumas profissões, as mulheres chegam a ganhar mais do que os homens. É o caso dos técnicos em construção de edifícios. De acordo com dados do ministério, o salário médio das mulheres no ano passado nesse segmento era 41% mais alto do que o dos homens. A ala feminina também recebe mais do que a masculina entre os formandos no curso de derivados de combustíveis. O salário delas chega a ser 25% maior do que o dos homens, ficando em torno de sete mil reais.
No Brasil, segundo dados do último Censo Escolar, são mais de um milhão e oitocentos mil matriculados na educação profissional. Desses, mais de um milhão são de matrículas femininas. Na região Sudeste, são mais de 800 mil pessoas matriculadas nesses cursos. Mais da metade é de mulheres.
No Rio de Janeiro, por exemplo, o censo mostrou 168.328 matrículas na educação profissional no ano passado. Dessas, quase 100 mil eram de mulheres. A líder da bancada feminina na Câmara dos Deputados, Soraya Santos (PMDB-RJ), acredita que a inserção da mulher nesse mercado de trabalho vem crescendo, mas que é preciso observar alguns aspectos dessa participação. “Nós precisamos inserir essa mulher no mercado de trabalho, mas com outro olhar. Óbvio que tem muitas empresas que dizem: ‘tenho um corpo da minha empresa com 70% de mão de obra feminina.’ A pergunta que se faz é quantas no comando?”
As mulheres ocupam apenas 37% dos cargos de direção e gerência, segundo informações do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Em cargos executivos de grandes empresas, o número cai mais ainda. Vai para 10% no Brasil.
No Rio de Janeiro, por exemplo, o censo mostrou 168.328 matrículas na educação profissional no ano passado. Dessas, quase 100 mil eram de mulheres. A líder da bancada feminina na Câmara dos Deputados, Soraya Santos (PMDB-RJ), acredita que a inserção da mulher nesse mercado de trabalho vem crescendo, mas que é preciso observar alguns aspectos dessa participação. “Nós precisamos inserir essa mulher no mercado de trabalho, mas com outro olhar. Óbvio que tem muitas empresas que dizem: ‘tenho um corpo da minha empresa com 70% de mão de obra feminina.’ A pergunta que se faz é quantas no comando?”
As mulheres ocupam apenas 37% dos cargos de direção e gerência, segundo informações do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Em cargos executivos de grandes empresas, o número cai mais ainda. Vai para 10% no Brasil.
Fonte: Agência do Rádio Mais
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