As eleições gerais deste ano contarão com o maior número de eleitoras e eleitores com deficiência aptos a votar. Dados do Tribunal Superior Eleitoral revelam que 1.963.551 pessoas têm algum tipo de deficiência , um crescimento de 42,5% em relação a 2022, quando esse número era de 1.377.787 pessoas. Os tipos de deficiência incluem pessoas com dificuldade de locomoção, deficiência visual, deficiência auditiva, deficiência física, intelectual ou outras condições que demandem adaptações no local de votação. Entre os eleitores com deficiência aptos a votar nas Eleições 2026, 45,46% do total se enquadram na categoria “outros”. Aproximadamente 617 mil pessoas declararam ter deficiência de locomoção; 319 mil têm deficiência visual e mais de 182 mil têm deficiência auditiva. Mais de 64 mil pessoas com deficiência informaram ter dificuldade para o exercício do voto. Para acompanhar esse aumento, a Justiça Eleitoral ampliou a estrutura destinada a garantir o exercício do voto com autonomia ...
Anunciado ainda em 2014, o Brasil publicou, no último dia 11 de março, a implantação de novos modelos de placas para veículos, as Placas do Mercosul. A iniciativa implica no combate ao roubo e clonagem de veículos. A nova placa traz diversos e significativos benefícios em sua função, o que deve auxiliar no monitoramento das vias urbanas e rodovias que cortam o país. A medida passa a ser obrigatório até 1º de setembro de 2018.
Entre as principais alterações em relação à placa de identificação veicular atual é que as Placas do Mercosul devem incluir elementos de segurança importantes, tais como cores, nova sequência de caracteres alfanuméricos, Estado e cidade com nome e brasão e o tamanho da placa. No que diz respeito ao combate às falsificações e clonagem, as novas placas devem incluir marcas d’água do emblema do Mercosul com efeito óptico; Ondas sinusoidais, Selo Fiscal Federal (chip); Código bidimensional gerado pelo DENATRAN (QR code).
Para o advogado especialista em trânsito, Rodrigo Nóbrega, a mudança nas placas deve garantir, na medida do possível, uma tranquilidade para os condutores. “Com os índices de violência, assalto e defraudações no trânsito, esse será, sem dúvidas, mais um aliado para a garantia em certos pontos, de que o condutor não tenha seu carro roubado, clonado ou algo do tipo”, disse. “Será possível que se monitore, por meio de um chip que também deve ser implantado nestas placas, onde o veículo, caso roubado, esteja”, explica Rodrigo Nóbrega.
Como adquirir
As novas placas não irão alterar os preços já estabelecidos, apesar da maior sofisticação e o alinhamento com tecnologias inteligentes. O DENATRAN garante que o preço do emplacamento não deve mudar, ou até mesmo reduzir. Ainda segundo o órgão, a expectativa é que com essa padronização, sejam mantidos os valores atuais dos custos, ainda com a possibilidade da redução do preço uma vez que será possível o controle total de todo o processo.
De forma gradativa, até 1º de setembro de 2018, os DETRANs pretendem implantar nos veículos em processo de transferência de município ou de propriedade, ou quando houver a necessidade de substituição das placas. Já para os veículos registrados e em circulação, a troca da placa deverá ocorrer até 2023.
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