O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
" Essa fonte da logomarca que o Ciro está usando para campanha presidencial é a mesma que ele utilizava quando era candidato a prefeito de Fortaleza e governador do Ceará. Achei curioso. É a mesma fonte utilizada por seu padrinho político Tasso Jereissati em campanhas nos anos 80."
"Uma cidade sitiada com apenas dois policiais militares e um guarda municipal. Os bandidos bloqueiam os acessos e explodem um banco. Será que as ações de segurança do Estado com Raio e reforço de policiais no interior estão fazendo efeito?"
"O Gabeira é o que melhor entrevista os candidatos e assessores. Tudo na tranquilidade e sem agressividade."

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