segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Publieditorial - Como se programar para as dívidas do início do ano


Existem algumas dicas e possibilidades bastante interessantes para quem gostaria de lidar melhor com as dívidas do início do ano. O refinanciamento de imóvel, por exemplo, pode ser bem útil!


Se você não sabe como isto funciona, fique tranquilo. Neste artigo, falaremos um pouco sobre as dívidas mais comuns no início do ano, sobre o que você pode fazer para se organizar melhor e, claro, sobre como o refinanciamento imobiliário pode ser a melhor opção.

Despesas mais comuns

Despesas sazonais tendem a ser aquelas que dão mais dores de cabeça. Logo no início do ano, somos surpreendidos com os valores do IPTU, do IPVA e também com as matrículas das escolas, faculdades, creches, etc.

Muitos investimentos devem ser feitos nos primeiros dois meses do ano, o que faz com que o nosso orçamento fique bastante apertado.

Planejar o orçamento para o ano seguinte é sempre a melhor opção, mas nem sempre é viável. Às vezes, surgem programas e despesas de última hora e acabam com as nossas economias.

Se este foi o seu caso, não se preocupe. O refinanciamento de imóvel pode auxiliá-lo no processo de quitar as suas pendências e ajudá-lo a criar um novo fundo de emergência para os próximos anos.

O que é refinanciamento de imóvel?

De forma simplificada, é uma modalidade de empréstimo. Nela, o cliente aceita que o seu imóvel seja colocado como garantia do pagamento das parcelas do empréstimo que estão em aberto.

Por conta disto, é comum que as taxas de juros deste tipo de empréstimo sejam menores do que as normalmente praticadas no mercado. Para se ter uma ideia, é possível que o valor liberado para o cliente alcance até 60% do preço do imóvel utilizado para a formalização do contrato.

O valor mínimo a ser liberado é de trinta mil reais – o suficiente para pagar os boletos em atraso, reorganizar a vida financeira e investir em ideias e coisas que certamente darão retorno.

Como posso fazer o refinanciamento de imóvel?

Como o empréstimo em questão exige que o cliente possua um imóvel, é preciso que ele possua, em seu nome, um imóvel devidamente quitado, sem nenhuma pendência.

É feita então a alienação fiduciária do imóvel pelo banco, através de registro em cartório. O que isto significa? Que, durante o período em que o empréstimo estiver em aberto, o cliente não poderá vender ou transferir a sua propriedade para outras pessoas.

A posse completa retornará ao dono do imóvel após a finalização do contrato, que ocorre após a quitação da dívida.

Quais são os requerimentos?

Antes de tudo, como já comentamos, o cliente deve ser proprietário de um imóvel já quitado e regularizado.

Como estamos falando de um processo que envolve dinheiro, o cliente deve ter meios de comprovar renda suficiente para o pagamento das parcelas negociadas.

Compreende-se que não é possível que as parcelas do empréstimo ultrapassem um terço da renda mensal do cliente, como garantia de que ele possa manter o seu estilo de vida e não torne a se endividar.

Caso o cliente esteja com o nome negativo, ainda será possível solicitar um refinanciamento de imóvel. No entanto, é importante saber que as instituições podem aumentar as taxas de juros neste caso, dado o fato de que o risco de inadimplência é levado em consideração.

Quais são os passos?

Primeiro, o indivíduo deve se dirigir a uma instituição que ofereça o serviço desejado. Para fazer uma simulação dos valores a serem acordados, pede-se para que o cliente forneça documentos pessoais e que comprovem a sua renda mensal.

A proposta a ser feita levará em conta as informações fornecidas pelo cliente, para que o valor máximo da parcela mensal seja definido e para que se organize o tempo de contrato entre o indivíduo e a instituição de desejo.

Caso o indivíduo concorde com a proposta oferecida, será feita uma análise de crédito e, então, o processo mais burocrático. É normal que sejam pedidos documentos como: CPF, documento de identidade, comprovante de residência, matrícula do imóvel, entre outros.

Ao terminar este processo, o valor combinado será depositado na conta bancária do indivíduo – o qual poderá, a partir daí, reorganizar as suas demandas e lidar melhor com as despesas sazonais.

0 comentários:

Postar um comentário

Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.