O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Pioneiro na realização de gastroplastias endoscópicas no Norte e Nordeste, o médico Helmut Poti viaja, no início de abril, aos Estados Unidos para ministrar um curso na FES Miami, conceituado congresso que ocorre anualmente e aborda sobre as novidades e técnicas de última geração em endoscopia terapeutica. Na ocasião, serão discutidos os dispositivos de obesidade primária (balões, gastroplastia endoscópica e outros), complicações pós-bariátricas, técnicas endoscópicas de sutura, EUS terapêutico, dentre outros temas. Haverá também duas sessões de treinamento prático para os participantes. O médico cearense é referência no tratamento contra a obesidade, expandindo a inovadora técnica de redução de estômago sem cortes por muitos estados, além de ministrar aulas para médicos brasileiros e estrangeiros.

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