Diante da escalada do conflito no Oriente Médio, o governo brasileiro manifestou, em comunicado divulgado na noite de sábado (28), "profunda preocupação". O Brasil reafirmou que o diálogo e a negociação diplomática "constituem o único caminho viável para a superação das divergências e a construção de uma solução duradoura" e reforçou o papel das Nações Unidas na prevenção e na resolução de conflitos. O Brasil também fez um apelo à interrupção de ações militares ofensivas e instou todas as partes a respeitar o direito internacional. O país "condena quaisquer medidas que violem a soberania de terceiros Estados ou que possam ampliar o conflito, tais como ações retaliatórias e ataques contra áreas civis", diz a nota. O governo se solidarizou com a Arábia Saudita, o Bahrein, o Catar, os Emirados Árabes Unidos, o Iraque, o Kuwait e a Jordânia, atacados pelo Irã em 28 de fevereiro. "Ao lamentar a perda de vidas civis, o Brasil expressa ainda solidarieda...
João Paulo Machado
O ex-candidato à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT) segue criticando o Partido dos Trabalhadores, de quem esperava apoio nas eleições do ano passado. Em evento realizado em Porto Alegre (RS), o pedetista afirmou que para a esquerda brasileira qualquer pessoa que “não fizer uma defesa patológica do Lula, vai ser chamado de traidor(a)”. Ciro estava ao lado da deputada Maria do Rosário (PT-RS).
Fonte: Agência do Rádio Mais
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